Por Que é Importante a Proteção Contra Incêndios

Regulamentos antifogo, proteção humana e contenção de incêndios

Os sistemas de proteção contra incêndios podem salvar vidas e conter os danos sofridos por um edifício durante um incêndio.

Eles também são uma exigência legal de acordo com a NBR 6479 para aplicações em aberturas e passagens de tubulações plásticas.

Os sistemas de proteção contra incêndios passivos foram concebidos para travar o avanço das chamas, fumaça e gases tóxicos num incêndio. 

Eles vedam os espaços nas paredes, tetos e pavimentos resultantes de penetrações de tubos, cabos e juntas em áreas corta-fogo.

Portanto, é importante incluir uma proteção contra incêndios passiva – sistemas antifogo – em qualquer projeto de construção, desde o início de um projeto.

IMPORTÂNCIA DE COMPARTIMENTAÇÃO ANTIFOGO

COMO PROJETAR UM SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EFICIENTE

Os sistemas de proteção contra incêndios passivos foram concebidos para evitar que chamas, fumaça e gases tóxicos se espalhem por um edifício através de vãos em paredes, tetos e pavimentos corta-fogo.

Se houver uma fuga num desses espaços, o sistema de proteção contra incêndios já não é eficiente.

Por isso, durante a concepção de sistemas de proteção contra incêndios é importante usar várias soluções antifogo e não apenas um produto. Isso irá ajudá-lo a:

  • Garantir que todos os intervalos numa área corta-fogo estão tapados e que essas penetrações funcionam em conjunto para travar o avanço do fogo.
  • Encontrar produtos antifogo, adaptáveis a um vasto leque de tamanhos e formas de cabos, tubos, juntas e furos de penetração.

MELHORAR O DESEMPENHO DO EDIFÍCIO COM SOLUÇÕES ANTIFOGO

Com os produtos antifogo pode-se melhorar as estruturas do edifício, assim como protegê-los contra incêndios. Além da proteção contra incêndios ETA e UL, podem melhorar:

  • A acústica do edifício – ao tapar aberturas, que também permitem a passagem do som.
  • O movimento do edifício – que podem minimizar os impactos após terramotos, o movimento térmico dos sistemas de tubos e os desvios estruturais ou de vibrações em instalações industriais.
  • Proteger os edifícios contra o bolor e o mofo – pois esses produtos são resistentes ao bolor e ao mofo, o que pode ser particularmente útil quando utilizado como vedante entre ambientes ou em fachadas.
  • Respeitar a certificação LEED e BREEAM para construções ecológicas.

CONHEÇA OS PRODUTOS FIRESTOP

Produtos da Linha Firestop da Hilti para Compartimentação e Proteção Passiva

O fabricante Hilti, oferece uma ampla gama de produtos de compartimentação de fogo compatíveis com as normas, e suporte técnico para ajudar especificar sistemas de compartimentação de fogo.

O escritório  de projetos de edificações, Vieira Santos Engenharia Integrada, possui todo o conhecimento técnico para integrar as soluções de compartimentação de fogo no desenvolvimento de projetos complementares de instalações prediais.

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Maiores informações sobre produtos de compartimentação do fogo:

Sistema de Proteção contra Incêndios

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Placas de Energia Solar: Escolha Inteligente e Sustentável

Por que a inclusão de placas de energia solar no projeto de edifícios empresariais pode ser uma escolha inteligente?

Independente do setor, a responsabilidade com os fatores sustentáveis é algo que precisa ser levado a sério. No âmbito da construção civil não é diferente, uma vez que uma grande tendência tem feito muito sucesso no setor: a utilização da energia oriunda da luz solar.

As famosas placas fotovoltaicas são instaladas no topo das edificações a fim de produzir energia solar. A prática é rentável, uma vez que é abatida boa parcela do que seria gasto com a conta de luz no final no mês.

Para ter uma breve ideia, de acordo com um relatório recente da Agência Internacional de Energia, o segmento de energia solar é o que mais adiciona capacidade de geração em todo o mundo. Os dados foram publicados pelo jornal O Globo (matéria do caderno ‘Sustentabilidade’, publicada no dia 17/06/2018, por Sérgio Matsuura).

Ainda de acordo com o relatório, na China, por exemplo, já instalam placas fotovoltaicas especiais no lugar do asfalto, com o intuito de captar ainda mais luz solar.

Por essa razão, produzimos este conteúdo especial com tudo o que você precisa saber sobre este tipo de energia, seus equipamentos e processos de instalação, bem como a rentabilidade e sustentabilidade que ele proporciona na Construção Civil.

Tecnologia atrelada ao desenvolvimento

A energia solar está em constante crescimento e aprimoração, assim como pôde ser visto na introdução deste artigo. Em meio a todas as energias de fontes alternativas, este modelo de captação é o que mais recebe investimentos todos os anos.

Nos últimos anos, as placas solares estão marcando presença não apenas nos países mais ricos, mas também naqueles que se encontram em desenvolvimento, como é o caso do Brasil.

Este tipo de energia é considerado limpo, uma vez que o carbono é neutralizado durante a captação.

Confira algumas vantagens da tecnologia usada para armazenar energia solar:

  • Energia praticamente inesgotável;
  • Acessível para todo mundo;
  • Ótimo custo benefício;
  • Aplicação simplificada.

A aplicação desse tipo de equipamento é simplificada, tanto para residências como para prédio comerciais. Neste último exemplo, a energia solar é mais importante ainda, pois, como se trata de um empreendimento, o fator econômico prevalece, uma vez que o valor gasto com energia elétrica é positivamente reduzido.

Aneel aprova a produção de energia renovável

Aplicações de placas fotovoltaicas em casas, apartamentos e prédios comerciais já é algo comum e legal no Brasil. De acordo com a Agência  Nacional de Energia Elétrica (Aneel), qualquer indivíduo pode gerar a própria energia elétrica de fontes alternativas (solar), assim como determina a resolução 482/2012.

Portanto, desde 2012, a medida tem estimulado a produção de painéis fotovoltaicos, pois o equipamento proporciona independência na produção energética de casas, empresas e edifícios comerciais.

Ainda cabe dizer que utilizar energia solar diminui os impactos causados ao meio ambiente, assim como o aumento no lucro, especialmente no uso em empresas.

Além de gerar energia elétrica para alimentar eletrônicos e eletrodomésticos, as placas solares também podem servir para o aquecimento de água, garantindo muito mais economia com gás e eletricidade.

Como o sistema é instalado

As placas fotovoltaicas recebem a luz solar e, neste caso, é imprescindível calcular o ângulo ideal, uma vez que a energia solar precisará ser captada com assertividade.

Sendo assim, a posição das placas deve ser de acordo com o nascente e o pôr do sol. Além disso, no início do projeto são realizadas algumas inspeções no local de instalação, para detectar se a edificação está apta a suportar a carga das placas.

Além de receber todo o equipamento, o local precisa ser acessível às futuras manutenções. Além do mais, é necessário manter a atenção voltada ao projeto elétrico da empresa ou residência. Neste sentido, o espaço precisa ser projetado para receber o desempenho tecnológico fotovoltaico.

Isso porque a tensão gerada pode ser mais elevada que o normal, assim sendo, instalações não preparadas podem não suportar a carga elétrica, gerando, até mesmo, curtos e danificando a rede.

Sistemas fotovoltaicos

Existem dois sistemas de instalação principais e cada um deles é destinado para necessidades e edificações diferentes. O primeiro sistema é o isolado, que proporciona autonomia durante o funcionamento, além de possibilitar o armazenamento de energia em baterias especiais.

A segunda modalidade, por sua vez, é ligada diretamente à rede, pois fornece energia para a concessionária de caráter público, uma vez que o consumidor recebe créditos que podem ser abatidos da conta de luz no fim do mês.

Tipo de mão de obra

Para qualquer tipo de projeto no âmbito da construção civil é mais do que necessário possuir uma mão de obra qualificada. Por conta disso, é imprescindível contar com um time de profissionais aptos à instalação do sistema fotovoltaico.

Por exemplo, para que o sistema seja ligado na rede de distribuição, é primordial ter um projeto previamente assinado por engenheiro eletricista, que entrará em contato com a fornecedora de energia, solicitando a autorização para a entrada de carga no sistema.

Ainda assim, o engenheiro deve estar presente durante toda a construção e instalação, até porque será ele o responsável por oferecer qualquer tipo de auxílio aos operadores.

É comum que, antes que os trabalhos de execução comecem, seja realizada uma visita prévia ao local para diagnosticar a situação e definir se está tudo de acordo.

Muitas das empresas que vendem as placas fotovoltaicas e os demais equipamentos não oferecem mão de obra, por isso, é recomendada a contratação de profissionais e/ou empresas especializadas para a realização desta tarefa.

Em poucas palavras, o sistema é composto pelas placas, fiações elétricas e o inversor. Este último equipamento é responsável por converter a energia elétrica CC produzida pela luz solar nas placas, em energia elétrica CA, que será distribuída para toda a edificação ou para outra finalidade.

Processo de instalação detalhado

Para realizar a instalação corretamente, o medidor de energia elétrica deve ser desligado. Neste caso, o responsável é o profissional de elétrica, que localiza e desliga o equipamento.

Posteriormente, algumas telhas são retiradas para liberar espaço aos trabalhadores que irão instalar os módulos fotovoltaicos. A cobertura deve ser recolocada de maneira correta, logo após o fim dos procedimentos.

Em seguida, os profissionais precisam construir algumas canaletas pelas quais irão passar os componentes até chegar ao inversor.

Interligações

A interligação com a distribuidora de energia precisa ser previamente avisada, uma vez que o medidor de energia será trocado. Neste cenário, o equipamento vai medir a eletricidade que entra na edificação, assim como a que sai à rede de distribuição.

O medidor de duas vias, como é chamado, servirá como o balizador entre os créditos da edificação e os débitos com a distribuidora, o que vai garantir aquele desconto no fim do mês.

Por fim, além de ser uma escolha inteligente e que não fere o meio ambiente, a utilização de energia alternativa proporciona muito mais economia e autonomia para casas, apartamentos e prédios comerciais.

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5 Tipos de Materiais Inovadores para uma Construção Sustentável

Recentemente, muitas empresas começaram a adotar uma série de práticas sustentáveis em suas estruturas de negócio.

O objetivo de produzir sem agredir tanto ao meio ambiente e, ao mesmo tempo, agregar valor à marca da empresa por meio do reconhecimento dos clientes sobre a qualidade do seu processo de produção, tem motivado que muitos empresários se conscientizem sobre os benefícios trazidos por práticas inovadoras que causam menos prejuízos à natureza.

Adotando o uso de materiais sustentáveis em sua empresa

Em 2016, a LEGO anunciou ao público a criação de um centro próprio para o desenvolvimento de pesquisas relacionadas ao trabalho com materiais sustentáveis, que seriam então os insumos com os quais passariam a trabalhar dali em diante.

Ou seja, a empresa passou a adotar alternativas sustentáveis para o uso do plástico em seus produtos finais, rendendo-se à prática da engenharia sustentável, e informando que quer trocar todos os plásticos à base de petróleo que usa por materiais sustentáveis até 2030.

Embora essa ainda não seja uma realidade da maioria das empresas, é possível ver uma luz no fim do túnel quando se vê uma grande empresa como a LEGO tomando esse tipo de iniciativa.

Após o anúncio oficial da LEGO, várias outras empresas do mesmo mercado ou de negócios adjacentes foram influenciadas a adotar práticas semelhantes.

Uma dessas empresas foi o Instituto Cradle to Cradle Products Innovation, que promoveu um concurso para que alguém desse a melhor resposta para o seguinte questionamento: O que realmente significa a expressão “material verde e sustentável”?.

A ideia não era que empreendedores apenas respondessem à pergunta tão emblemática, mas também que apresentassem exemplos de produtos que fossem, ao mesmo tempo, inovadores e sustentáveis.

Nesse concurso, dez empresas foram finalistas e puderam apresentar as suas ideias de produtos em um evento dedicado à discussão sobre os negócios sustentáveis que veremos no futuro.

No mesmo ano do anúncio da LEGO, em 2016, o Ministério Brasileiro do Meio Ambiente, sob a responsabilidade do governo federal, criou e disponibilizou na Internet, uma cartilha didática e esclarecedora sobre o assunto, reunindo uma equipe especializada para a criação do seu conteúdo.

Materiais Sustentáveis para Construções Inovadoras

Qualquer mercado que se utilize de matéria-prima que é retirada do meio ambiente, deve repensar as suas práticas e pensar sobre o quanto a escolha dos insumos que vem sendo utilizados no processo de produção tem beneficiado a natureza ao seu redor.

O mercado da Construção Civil não está alheio à essa realidade e precisa rever uma boa parte das práticas comuns desse mercado, como os desperdícios, as perdas frequentes e a falta de planejamento para o uso dos materiais.

A seguir, escolhemos alguns materiais que podem fazer do mercado da Construção Civil, um ambiente mais ecológico, consciente e, principalmente, sustentável.

Se você é empresário desse ramo e quer realizar construções inovadoras para se destacar no mercado, preste atenção nos materiais que serão citados a seguir:

1) Tijolo feito com resíduos de plásticos que foram retirados dos oceanos

Essa ideia veio de um neozelandês chamado Peter Lewis. Ele trabalha atualmente em uma startup americana, a ByFusion, e tinha como principal objetivo na empresa criar uma alternativa para a Construção Civil em que pudesse aproveitar os resíduos plásticos que são retirados dos oceanos.

Porém, para que a sua ideia desse certo, era fundamental que ele elaborasse um modelo de reutilização deste plástico que não permitisse que ele fosse despejado de volta para o oceano.

Pensando nisso, ele criou um tijolo que é produzido a partir de restos de plásticos, formando blocos modulares de diferentes tamanhos e densidades.

https://vimeo.com/169051076

 

2) Placas e telhas que são produzidas com material vindo de tubos de creme dental

Esse tipo de placas e telhas são vantajosas tanto para o meio ambiente, quanto para o consumidor final, pois eles são compostos de 25% de alumínio e 75% de plástico do tipo PEBD, ou seja, apresentam baixa densidade.

A característica que as torna um ótimo exemplo de materiais sustentáveis é o fato de serem totalmente oriundas de tubos de creme dental, entre outras embalagens e resíduos que são desperdiçados após o processo industrial.

3) Pneus Reciclados

A reciclagem de pneus já é uma realidade tecnológica de muitos países que viram nessa iniciativa, um grande investimento para beneficiar o meio ambiente ao seu redor, além de ser uma técnica que gera bastante reconhecimento na sociedade em geral.

Para que um pneu reciclado seja usado na Construção Civil, é preciso, antes de tudo, separar a borracha do aço. Junto com o ferro, pneus de tratores ou de caminhonetes podem ser usados, de forma a se fixarem no solo com uma estrutura feita de aço e algumas tiras da borracha. Assim, formam-se bobinas.

Atualmente, são muitos os produtos vendidos no mercado que são feitos a partir de pneu reciclado.

Ou seja, é uma realidade que ultrapassa a sugestão de utilização em construções, alcançando produtos mais comuns, como mesas, poltronas e até sapatos, como tênis e chinelos.

4) Tijolos feitos de Terra Compactada

Essa não é exatamente uma novidade no mercado da Construção Civil, mas foi ignorada por um bom tempo até ser retomada para novos empreendimentos.

O processo de fabricação do tijolo feito de terra compactada envolve uma mistura feita de terra úmida, com uma substância mais resistente como argila ou cascalho e um produto estabilizador, o concreto.

O prazo de fabricação desse tijolo é bem mais longo. Porém, ele é um tijolo ideal para o isolamento térmico e emite menos gases poluidores da natureza.

É um tijolo ecológico que ainda não conta com uma produção em larga escala, mas já existem esforços de nichos de mercado para introduzir esse produto em mercados maiores.

5) Vidros Eletrocrômicos

Essa sim é uma novidade bastante recente no mercado. Conhecidos popularmente como os Vidros Inteligentes, esse material permite controlar o tamanho do espaço que será atingido por uma iluminação solar.

Os vidros eletrocrômicos bloqueiam os raios solares e impedem o superaquecimento de um ambiente. Isso faz com que as despesas diminuam com energia elétrica, pois em um ambiente mais fresco, que receba menos radiação solar, o uso do ar condicionado costuma ser dispensado.

Os vidros inteligentes também mudam de cor de acordo com o nível da potência de energia elétrica que estão usufruindo no momento. Quando está desligado, esse vidro fica opaco. Quando ligado, transparente.

Estes foram alguns exemplos de materiais que estão sendo introduzidos na construção civil, e podem em breve, contribuir para que novos materiais e técnicas gerem mais sustentabilidade no setor, e impactem positivamente no meio ambiente.

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Utilizando a Tecnologia para Aumentar a Produtividade na Construção Civil

A tecnologia avança cada vez mais e esse ambiente digital que vem sendo composto por vários produtos altamente tecnológicos pode contribuir para o sucesso de qualquer mercado na atualidade, como na construção civil. A tecnologia é um grande triunfo do empresário que sabe ou que, no mínimo, está preparado para lidar com ela na sua rotina de trabalho, especialmente, quando o objetivo dele está centrado no aumento da produtividade de sua empresa. Afinal, as inovações tecnológicas estão no mercado para serem usadas e, a partir delas, você, empresário, pode aumentar a competitividade do seu negócio, garantindo também um aumento na produtividade da sua equipe.

Como usar a tecnologia a seu favor

Esse artigo está focado na possibilidade de usar toda a tecnologia disponível para os variados negócios que estão relacionados ao mercado da Construção Civil, especialmente, no que se refere a atingir um melhor gerenciamento de obras dentro da sua empresa. Muitas das tecnologias disponíveis no mercado podem e já estão sendo usadas para que a produtividade atual do setor da Construção Civil seja potencializada. Uma série de novas ferramentas tecnológicas estão sendo adotadas pelas empresas de Construção Civil, e usar essa tecnologia já não é mais algo tão novo assim. Isso acontece por que, cada vez mais, as demandas desse setor tem contado com prazos cada vez mais curtos que dependem de uma equipe que saiba trabalhar com as novas tecnologias, dividindo tarefas com tais inovações, para que o tempo gasto em cada atividade seja reduzido. Ou seja, a tecnologia não apenas contribui para que uma equipe preste os seus serviços de forma mais rápida, mas também aumenta a competitividade de uma empresa que bem sabe utilizá-la. Afinal, entregar um produto ou um serviço para o cliente a um prazo menor representa uma grande vantagem competitiva no mercado atual. Uma empresa que apresenta esse tipo de habilidade tecnológica, onde sabe usar o maquinário disponível no mercado a seu favor, pode apresentar isso como um diferencial no momento de conquistar novos clientes. Quando uma empresa de Construção Civil não consegue alinhar a sua estrutura de negócio com as novas tecnologias que estão surgindo, ela assume o risco de ter que responder por atrasos, por uma mão-de-obra que não tem boa qualificação, pela falta de planejamento e até por imprevistos que demorarão a ser solucionados, sem o apoio das ferramentas tecnológicas.

Por que você deve investir em novas tecnologias para a sua empresa?

As inovações tecnológicas não se resumem apenas aos aparelhos móveis de última geração ou a uma internet de alta velocidade. Essas tecnologias são as que estão mais presentes no nosso dia a dia, mas há muito mais nesse mercado que pode ser explorado pela Construção Civil. Como exemplos, temos as máquinas modernas, os materiais de trabalho inovadores e os escritórios funcionais que melhor se adaptam ao ambiente da sua empresa, além de fornecerem todo o suporte necessário para otimizar a área de trabalho dos funcionários. Porém, não basta apenas adquirir toda essa tecnologia e implantá-la na sua empresa. É preciso investir na qualificação da sua equipe para que seus funcionários saibam adaptar-se ao novo ambiente tecnológico que foi montado. Quando a tecnologia que você adquiriu é de qualidade e os seus subordinados estão preparados para trabalhar com ela, você consegue aumentar a produtividade geral da equipe e resolver uma série de problemas, sejam grandes ou pequenos, que antes atrasavam o serviço regular dos funcionários. As tecnologias tem mesmo esse papel: o de reduzir o tempo de trabalho que é investido em cada tarefa, trazendo resultados mais satisfatórios ao final do seu processo de produção. Outro método de trabalho que pode ser otimizado com o uso de novas tecnologias é o da Segurança do Trabalho. Muitos acidentes, por exemplo, podem ser evitados, desde que a empresa faça os devidos investimentos na implantação de tecnologias para resolver ou, pelo menos, compensar esse problema que é recorrente no mercado da Construção Civil.
Seguindo as dicas acima, você não só poderá adquirir uma tecnologia com mais consciência, como também motivar a sua equipe a realizar os serviços demandados de forma mais rápida, eficiente e, principalmente, econômica.
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Plano de manutenção, operação e controle [PMOC]

Cada vez mais os aparelhos de condicionamento de ar estão presentes em nosso convívio, seja em ambientes residenciais, comerciais, de lazer entre outros, tais aparelhos nos proporcionam um conforto e uma satisfação para realizarmos nossas atividades.

A qualidade de ar em ambientes condicionados é uma ciência que busca uma melhor qualidade de vida, uma vez que passamos 2/3 de nosso tempo em ambientes climatizados (ANVISA, 2000).

Como qualquer equipamento mecânico devemos também considerar as condições tanto de uso quanto de risco dos condicionadores de ar. Quando tratamos do risco à saúde, a atenção deve ser dobrada, já que os aparelhos de climatização interferem na circulação do ar natural, deste modo, manutenções preventivas são de suma importância. A partir deste cenário foi criado o Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC) que nada mais é que uma medida para monitorar essas manutenções e melhorar a qualidade do ar.

O PMOC foi incentivado após uma tragédia que aconteceu em 1998, o Ministro de Comunicações, Sergio Motta sofria de problemas pulmonares e acabou contraindo a bactéria Legionella pneumophil que levou ao seu falecimento. Essa bactéria foi encontrada nas tubulações de ar condicionado e após isso foi criada a Portaria MS 3.523/1998.

No entanto, a portaria aborda as exigências de limpeza e desinfecção dos sistemas de climatização com capacidade igual ou superior de 60000 Btu/h ou 5 TR (tonelada de refrigeração). As fiscalizações dos sistemas de climatização são realizadas pela Vigilância Sanitária e a falta do PMOC pode acarretar ao estabelecimento multas que podem variar entre R$ 2000,00 e R$ 200.000,00.

Menos da metade das empresas realizam manutenção preventiva ou preditiva em seus sistemas de climatização, embora estudos mostrem que uma boa manutenção pode reduzir os custos de energia ao mesmo tempo que aumenta a vida do equipamento, melhorando o conforto dos ocupantes e aumentando o tempo de atividade.

As manutenções no que dizem respeito aos sistemas de climatização são tão importantes quanto a sua instalação. A falta de comprometimento para com as manutenções e instalações realizadas por pessoal não especializado pode desfazer as preocupações do projeto de climatização. Um PMOC realizado continuamente pode melhorar o desempenho energético do equipamento em até 20%, sem contar a melhora no conforto e na saúde dos ocupantes.

Na maioria dos edifícios comerciais, os sistemas HVAC (Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado) representam entre 30% e 50% do consumo total de energia. A realização correta do PMOC dos sistemas de ar condicionado pode aumentar sua eficiência e uma série de estudos quantificaram as economias de energia da manutenção.

Estabelecimentos que aderirem à obtenção do PMOC estão submetidos a uma série de vantagens, dentre elas;

  • Manutenções periódicas;
  • Carga Térmica dimensionada corretamente;
  • Economia de energia;
  • Reduz gastos com eventuais problemas dos equipamentos;
  • Aumento no conforto térmico;
  • Melhora a qualidade do ar, entre outras.

Por mais que manutenções preventivas nos aparelhos de ar condicionado sejam realizadas, o PMOC prevê algo que em sistemas mais complexos nem sempre são feitas, as limpezas nos dutos. Os dutos devem ser mantidos limpos de poeira, mofo e outros contaminantes para uma boa qualidade do ar interior. Eles também devem ser periodicamente inspecionados por vazamentos, pois isso pode causar perdas de energia alta. Com as manutenções nos dutos é possível realizar com maior precisão medições de desempenho, tais, medições recomenda-se que sejam feitas mensalmente ou trimestralmente afim de obter dados suficientes e identificar o momento que o sistema começa a funcionar irregularmente.

Por fim, o Plano de Manutenção, Operação e Controle nos sistemas de climatização aumenta a eficiência energética, melhora a qualidade do ar, reduz custos que atualmente é um grande desafio para as empresas. Sem contar que a empresa ou estabelecimento fica correto perante a Portaria MS 3.523/1998 estando tranquilo em qualquer fiscalização da Vigilância Sanitária. Com o aumento no número de estabelecimentos utilizando o PMOC incentiva o ramo de P&D (pesquisa e desenvolvimento) de ciências térmicas para desenvolver ferramentas melhores para ajudar proprietários de edifícios e gerentes de instalações em geral.