PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS EM AMBIENTES CORPORATIVOS

Proteção contra incêndios em ambientes corporativos, atualmente muitas pessoas passam boa parte de suas vidas no trabalho, e esses muitas vezes em ambientes corporativos, os quais possuem móveis, equipamentos e objetos que podem provocar princípios de incêndios “silenciosos”, e para que haja segurança para a vida das pessoas e boas condições de evacuação em caso de necessidade é que existem normas que regulam tal assunto.

Um dos exemplos é a Norma Regulamentadora NR 23, que é uma norma do Ministério do Trabalho que trata da proteção contra incêndios nos ambientes de trabalho. E é baseada nessa norma, em sua antiga e atual versão que queremos analisar itens que auxilian na proteção contra incêndios em ambientes corporativos.

Esta norma se relaciona intensamente com outros dispositivos legais e normativos, como normas brasileiras (NBR), legislações federais e locais e instruções normativas do Corpo de Bombeiros, que apesar de serem muito semelhantes, apresentam algumas diferenças conforme o Estado onde a edificação, ambiente, está localizada.

Considerando o princípio da precaução, deve-se levar em conta sempre a legislação mais restritiva para proporcionar melhor segurança ao edifício e às pessoas.

DO QUE TRATA A NR 23 ?

A NR 23 apresenta as disposições gerais, que irão nortear as tratativas do assunto, e estabelece algumas medidas que os ambientes de trabalho devem possuir. Confira Redação dada pela Portaria SIT n.º 221/2011:

23.1 Todos os empregadores devem adotar medidas de prevenção de incêndios, em conformidade com a legislação estadual e as normas técnicas aplicáveis.

23.1.1 O empregador deve providenciar para todos os trabalhadores informações sobre:

  1. a) utilização dos equipamentos de combate ao incêndio;
  2. b) procedimentos para evacuação dos locais de trabalho com segurança;
  3. c) dispositivos de alarme existentes.

23.2 Os locais de trabalho deverão dispor de saídas, em número suficiente e dispostas de modo que aqueles que se encontrem nesses locais possam abandoná-los com rapidez e segurança, em caso de emergência.

23.3 As aberturas, saídas e vias de passagem devem ser claramente assinaladas por meio de placas ou sinais luminosos, indicando a direção da saída.

23.4 Nenhuma saída de emergência deverá ser fechada à chave ou presa durante a jornada de trabalho.

23.5 As saídas de emergência.

A RESPEITO DAS INSTALAÇÕES, QUAIS PONTOS SÃO ESPECIFICADOS?

Na norma são especificados alguns pontos referentes à infraestrutura, que iremos demonstrar como garantir a segurança,  como:

• Saídas de emergência: devem ter largura mínima de 1,20 m, tanto as portas quanto corredores de acesso a elas. É necessário estarem identificadas, sinalizadas e desobstruídas.

Para ambientes considerados de alto risco as portas devem estar dispostas de forma que qualquer pessoa não tenha que percorrer mais do que quinze metros para acessar uma porta de emergência – esta distância sobe para trinta metros em ambientes de menor risco e a critério de autoridade competente.

• Portas: devem ser as adequadas ao local, sempre sob liberação de autoridade competente em segurança do trabalho, e nunca devem estar trancadas ou presas durante a execução dos trabalhos.

Portas verticais, de enrolar ou giratórias não podem ser utilizadas em ambientes internos. Um detalhe importante a ser observado é que as portas devem abrir no sentido da saída, não impedindo a circulação de pessoas nas vias de passagem.

• Escadas, ascensores e portas corta-fogo: esses equipamentos devem ser resistentes ao fogo, e no caso das portas corta-fogo devem fechar-se automaticamente em caso de incêndio.

Nos assuntos pertinentes ao ambiente , e a proteção contra incêndios das edificações, a autoridade competente e compoder de decisão sobre os assuntos relativos é o Corpo de Bombeiros da localidade.

Proteção contra incêndios prepara o indivíduo para saber como agir em uma situação de risco.

O QUE DEVE SER FEITO EM CASO DE INCÊNDIO?

Em caso de detecção de foco de incêndio, deve-se acionar o sistema de alarme, chamar imediatamente o Corpo de Bombeiros, desligar máquinas e aparelhos elétricos, quando a operação do desligamento não envolver riscos adicionais e atacá-lo o mais rapidamente possível, pelos meios adequados.

A norma também indica que é necessário verificar especificamente equipamentos que não possam ser desligados mesmo em caso de fogo e eventuais medidas de prevenção em determinadas atividades ou indústrias através da construção de paredes corta-fogo e bacias de contenção.

O QUE SÃO EXERCÍCIOS DE ALERTA?

Os exercícios de alerta descritos na versão anterior da norma NR 23 são simulados de situações de emergência, cujos objetivos são manter a equipe treinada, alerta e orientada a respeito dos procedimentos em caso de incêndio, evitar pânico por parte da equipe e distribuir tarefas para organizar o combate a focos de incêndio.

É necessário que este exercício seja o mais próximo possível de uma situação real que possa vir a ocorrer, e preferencialmente sem aviso prévio. O simulado deve ser coordenado pela equipe de brigadista e profissionais de segurança do trabalho.

EXTINTORES DE INCÊNDIO, É NECESSÁRIO?

Em muitos ambientes e edificações o único dispositivo para combate do incêndio , são os extintores de incêndio que devem estar presentes nos menores estabelecimentos e ambientes, além de as pessoas estarem orientadas de como utilizar.
Há extintores específicos para cada tipo de incêndio.
Saiba mais sobre extintores em Tipos e Aplicações de Extintores de Incêndio.

QUAL A RELAÇÃO ENTRE A NR 23 E AS NBR?

As Normas Brasileiras (NBR) são documentos orientativos de adesão normalmente voluntária, desenvolvidos por consenso através de grupos de trabalho da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Se tornam obrigatórias a partir do momento que são citadas como referência ou padrão em alguma legislação. Existem NBRs para diversos assuntos.

As Normas Regulamentadoras (NR) são editadas pelo Ministério do Trabalho e versam apenas sobre assuntos de interesse à saúde e segurança dos trabalhadores, ainda que abordem temas mais amplos.

Já a NR 23, como explicado anteriormente, é a Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho, que trata da proteção e combate a incêndios, visando a proteção dos trabalhadores expostos a esse tipo de risco.

Existem algumas NBRs que tratam também do tema proteção e combate a incêndios. É o caso da NBR 12693, de 1993, que trata de sistemas de proteção por extintores de incêndio, a NBR 14100, de 1998, que padroniza os símbolos gráficos a serem utilizado em projetos de proteção contra incêndio, e a NBR 9077, de 2001, a respeito de saídas de emergência em edifícios.

Todas elas se aplicam a indústrias e ambientes de trabalho, mas também a residências e outros tipos de edificação.

QUAL A RELAÇÃO ENTRE A NR 23 E AS INSTRUÇÕES TÉCNICAS DOS BOMBEIROS?

As empresas não são obrigadas a cumprir apenas o que é estabelecido na NR 23. Cada Estado tem uma legislação específica, elaborada pelo Corpo de Bombeiros local, que formam as Instruções Técnicas, conhecidas como IT.

As Instruções Técnicas são documentos com valor de lei que definem parâmetros e critérios para aplicação em diferentes tipos de construção, visando a melhor prevenção e combate a incêndios.

Como cada Estado tem seu Corpo de Bombeiros, as Instruções Técnicas variam conforme o Estado, mas a base de exigências é muito similar; por vezes, a grande diferença é a forma como o processo de licenciamento se dá.

O Corpo de Bombeiros é uma instituição pública cujo objetivo é a prevenção e salvamento de vidas em caso de acidentes e incêndios.

Além de contar com uma estrutura reativa para combater incêndios de diferentes proporções, os Bombeiros mantêm uma estrutura preventiva, visando avaliar, aprovar e fiscalizar as edificações com base no que é estabelecido na legislação e ITs.

O documento que comprova que a edificação passou por esse processo e foi aprovada é o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

O AVCB tem uma validade determinada pela legislação, sendo necessária a sua renovação após findado esse período.

Para entender mais sobre a NR 23, confira este vídeo, do Eng Fabrício Nogueira:

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Chuveiros Automáticos ou Sprinklers… O que são?

Sprinklers

Esse sistema pode ser conhecido tanto por Sistema de Sprinklers quanto por Sistema de Chuveiros automáticos. É composto basicamente de uma reserva técnica, canalização fixa resistente ao fogo, conjunto de bombas hidráulicas (se houver necessidade) e os bicos de sprinkler.

O sistema de sprinkler está padronizado na NBR 10897 que por sua vez tem como base a NFPA 13.

Funcionamento Básico (canalização molhada)

  • Abastecimento de Água

Há a necessidade que o abastecimento de água seja feito por fontes confiáveis e devem estar permanentemente disponíveis.

  • Sistema de Bombas

Quando não é possível gerar a pressão e vazão apenas através da gravidade, é necessário o uso de um conjunto de bombas de pressurização para atender as exigências.

  • Sistema de Controle e Alarme

O sistema de alarme é acionado por válvulas especiais sensíveis ao fluxo da água.

  • Rede Hidráulica de Distribuição

É toda a canalização que vem após o sistema de Controle e Alarme.

Os sprinklers são os pontos mais frágeis do sistema de chuveiros automáticos. Quando intactos, ampola e o disco obturador suportam a pressão da água. Dentro da ampola é encontrado o líquido termossensível, que em ocasião de aumento da temperatura se dilata e provoca o seu rompimento. Consequentemente ocorre a liberação do disco obturador e a água extravasada da canalização é direcionada para o defletor, que tem função de espalha-la por uma área maior.

Chuveiros automaticos
Sprinkler ou chuveiros automático em funcionamento

CERTIFICAÇÃO

É muito importante que não apenas os bicos de sprinklers, mas todo o sistema seja certificado. No Brasil temos tubos, válvulas, bico de sprinklers, bombas com certificação de produtos para sistema de incêndio. As certificações mais conhecidas são a Brasileira, ABNT, que emite uma marca de conformidade de fabricação, e as americanas UL e FM Global.

A Importância do Sistema de Chuveiros Automáticos

O sistema de sprinklers é muito importante e muito eficiente no combate ao foco do fogo, é um elemento autônomo que independente da fumaça, calor e visibilidade continuará funcionando. Este sistema está associado ao alarme, que é acionado no momento que há fluxo de água na canalização, alertando os ocupantes da edificação a evacuarem a área. Seu acionamento é pontual e combate o foco do incêndio de uma forma muito efetiva.

Além disso, o acionamento dos sprinklers trás aos ocupantes uma sensação de proteção, pois retarda o alastramento das chamas que propicia a redução da fumaça e, consequentemente, do pânico.

Veja agora algumas estatísticas que reforçam a eficiência do uso dos sprinklers. Estas estatísticas foram realizadas por bombeiros com base em um questionário aplicado durante investigações de incêndios de todo território dos EUA.

Em situações de incêndio em edificações que tinham sistema de sprinklers, 96% dos casos eles foram acionados, sendo que, foram eficientes para controlar o incêndio em 89% dos casos.

Em edificações com sistema de sprinklers, houve 82% de sobrevivência em situações de incêndio, quando comparados a edificações que não possuíam o sistema, enquanto os danos materiais foram minimizados em 68% dos casos.

O Sistema de Sprinkler é o mais barato capaz de:

  • Detectar o Incêndio
  • Acionar o Alarme
  • Iniciar o Combate ao Foco do Fogo
  • Ação Automática e localizada

NBR 10897 – Chuveiros automáticos

Como foi indicado anteriormente, o sistema de sprinklers é padronizado pela NBR 10897 – Sistemas de Proteção contra Incêndio por Chuveiros Automáticos. De uma forma geral, é possível verificar o tipo de material a utilizar, tipos de sistemas, define as cores e temperaturas que os bicos de sprinklers.

Lembre-se

Primeiramente é necessário cumprir a legislação do seu estado ou cidade, então verifique a legislação da sua região e certifique-se o que o ela exige sobre o sistema de sprinkler.

Um ponto importante é que o sistema de sprinklers deve ser projetado de acordo com o seu risco que a edificação é discriminada. Dependendo dessa classificação é exigida a necessidade de instalação do sistema de chuveiros automáticos adequado.

 Classificação das Edificações

As edificações na NBR10897 assim como na NFPA 13, seguem uma classificação de acordo com o seu risco. Este risco servirá de base para os projetistas definirem alguns parâmetros como tipos de sistema de sprinkler, distâncias entre os bicos e diâmetro das tubulações.

  • Classe de Risco Leve

Ocupações isoladas onde o volume e/ou a carga-incêndio (combustibilidade do conteúdo) são baixas.

  • Classe de Risco Ordinário

Ocupações isoladas onde o volume e/ou a carga-incêndio são médios. Esta ainda se subdivide em 3 grupos.

  • Classe de Risco Extraordinário

Ocupações isoladas onde o volume e/ou a carga-incêndio são altas e possibilitam incêndios de rápido desenvolvimento e alta velocidade de liberação de calor. Este ainda se subdivide em 2 grupos.

  • Classe de Risco Especial

Ocupações ou parte das ocupações isoladas, comerciais ou industriais, onde se armazenam líquidos combustíveis e inflamáveis, produtos de alta combustibilidade, como: borracha, papel e papelão, espumas celulares ou materiais comuns armazenados em grandes alturas.

No anexo A da NBR 10897 contém outros exemplos de edificações e seus riscos

Manutenção e Erros Comuns nos Chuveiros Automáticos

São dois os principais motivos para o não funcionamento correto do sistema de sprinklers: sistema desligado e falta de manutenção. Redobre sua atenção neles!

Apresentamos dados estatísticos coletados em investigações de incêndio nos EUA. Nessa ocasião mostramos dados relacionados a falhas no sistema, ou seja, quando a edificação possuía o sistema de sprinklers, mas por algum motivo ele não funcionou.

  • Sistema Desligado

    É natural que as válvulas sejam fechadas durante a inspeção ou na manutenção do sistema. A maior parte das vezes que o sistema não funcionou foi devido ao esquecimento de ligar o conjunto de bombas ou abrir válvulas para manter o sistema pressurizado.

  • Falta de Manutenção

    Outro grande motivo do não acionamento do sistema foi a falta de manutenção.

     

    O Que Fazer para Evitar Falhas no Sistema Instalado?

    Proibir o acesso de pessoas não autorizadas às válvulas e à casa de bomba de incêndio e criar uma rotina de inspeção com frequência estabelecida. No caso de haver brigada de incêndio, estabelecer uma rotina de verificação de válvulas e bombas.

 

Publicado Originalmente em Universidade USCI – Segurança Contra Incêndio  por Fabrício Nogueira.

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Hidrantes e Mangotinhos O que são e quais são os tipos?

O que são Hidrantes e Mangotinhos?

Os hidrantes e mangotinhos são componentes do sistema fixo de combate a incêndio.

Ele é composto por um reservatório de água dedicado que é chamado de reserva técnica de incêndio; canalização fixa resistente ao fogo; conjunto de bombas de pressurização; pontos de saída de água onde ficam válvulas e conjunto de mangueiras ou mangotinhos. Próximos às saídas de água há as chamadas caixas de incêndio onde as mangueiras são ancoradas.

Esse sistema tem o objetivo de combater ou conter o incêndio até a chegada do corpo de bombeiros.

Esse artigo toma como base legal as exigências da norma ABNT NBR 13.714  e Instrução Técnica 22 (IT-22) de São Paulo, por serem as mais exigentes no Brasil, porém, você deve consultar a legislação de segurança contra incêndio e pânico do seu estado ou cidade.

Tipos de Hidrantes

Hidrantes Urbanos

Hidrantes
Hidrante Urbano

Os hidrantes urbanos são os primeiros que surgem em nossa mente quando falamos no assunto. A sua imagem é muito utilizada em filmes e desenhos animados e vemos com frequência quando caminhamos pelos grandes centros.

Esse tipo de hidrante não é de responsabilidade da edificação, mas é abastecido pela companhia de água de sua cidade.

São instalados na calçada e possuem registro que impossibilita o seu acionamento por qualquer pessoa. O corpo de bombeiros possui uma chave específica que é a principal forma de liberar o fluxo de água.

Esses hidrantes possuem uma ou mais saídas para acoplamento de mangueira de combate a incêndio.

Hidrantes de Recalque

A norma trata como dispositivo de recalque. Esse hidrante pode ser localizado em áreas externas das edificações. Normalmente são enterrados, quando na calçada, e de coluna, quando em passeio.

Esses tipos de hidrantes são de responsabilidade particular.

O objetivo principal deste dispositivo é o abastecimento da reserva técnica de incêndio (RTI) da edificação pelo caminhão de Corpo de Bombeiros nas ocasiões de emergência. Porém se um caminhão do Corpo de Bombeiro necessitar da água da reserva de uma edificação para uma emergência em outra, ele poderá fazer uso da RTI local para reabastecer. Por isso, as válvulas devem ser instaladas a fim de permitir fluxo nos dois sentidos

Os hidrantes de recalque nunca deverão ser instalados em locais de passagem de veículo ou estacionamento que obstruam o acesso.

Hidrantes Industriais

Encontramos estes com maior frequência em fábricas e parques industriais.

Trata-se de hidrantes bem específicos e calculados para combate levando em consideração vazão e pressão para proteção da edificação ou estrutura Industrial específica.

É fundamental ter hidrantes desse tipo, devido as atividades com potencial risco de incêndios graves. Estes hidrantes, são em sua maioria, de coluna e normalmente não estão dispostos com mangueiras, é necessário que a brigada de incêndio se desloque em posse das mangueiras no momento do combate.

Não há menção destes tipos de hidrantes na NBR 13.714 nem na IT-22 de SP. NBR 13.714 não se aplica a indústria petroquímica assim como a instalações de armazenagem de gases e líquidos inflamáveis.

Hidrantes de Parede

Hidrante de Parede, Hidrantes, Hidrantes e mangotinhos
Hidrante de Parede

Os hidrantes de parede são encontrados principalmente na parte interna de edificações comerciais e residenciais.

Suas saídas de água ficam posicionadas próximo às caixas de hidrantes que ficam presas na parede em uma altura padronizada pela ABNT/NBR e IT22 com o objetivo de facilitar a visualização e utilização.

As caixas de hidrante são chamadas de abrigo e é obrigatório que sejam posicionadas próximo às saídas de água. Dentro do abrigo deve conter mangueira ou mangotinhos e seus componentes.

A saída de água pode ser instalada dentro do abrigo, mas isso não é obrigatório.

Estes hidrantes  devem ser utilizados tanto por brigadistas quanto por pessoas treinadas e familiarizadas com o equipamento.

No caso de hidrantes, os abrigos possuem: uma ou duas mangueiras, chave storz e esguicho (podendo ser regulável ou não).

Os hidrantes de parede são mais comuns, porém é necessário um treinamento básico para sua utilização, pois, é um sistema que trabalha sobre uma pressão considerável. Em alguns casos, um homem adulto pode ter dificuldade em controlar a mangueira.

No momento de uso, o operador estará sobre forte ansiedade necessitando de maior cuidado com os passos a serem tomados, pois a segurança dele estará em risco.

Mangotinhos

No caso de mangotinhos, os abrigos possuem: um carretel de mangotinho e um esguicho regulável na ponta. A grande diferença é que o sistema de mangotinho fica constantemente montado, pressurizado e acoplado a canalização, sendo assim, seu uso é imediato e pode ser usado por uma pessoa com pouca experiência. Porém, não é aplicável em qualquer edificação, sendo permitido em edifícios de risco pequeno como edifícios residenciais, nesses casos, seu uso é insuperável.

Mangotinho
Mangotinho

Há estados que a sua legislação já dá a preferência ao uso de mangotinhos, é o caso do Rio Grande do Sul, por exemplo. Há autores especializados, que de forma categórica, afirmam que é inútil ter todo o sistema com altíssimas vazões e diâmetro de canalizações se o ocupante da edificação no momento necessário não souber utilizar o equipamento instalado. É melhor então dispor de sistemas mais simples. Por isso indico, sempre que for possível, a utilização de mangotinhos ao invés de hidrantes, faça-o. A sua operação oferece menor risco, maior agilidade pela sua simplicidade na operação.

A principal desvantagem técnica do uso do mangotinho é a maior perda de carga causada pelo seu esguicho regulável. Com isso há uma necessidade de maior pressão na rede.

 

Publicado Originalmente em Universidade USCI – Segurança Contra Incêndio por Fabrício Nogueira.

 

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TIPOS E APLICAÇÕES DE EXTINTORES DE INCÊNDIO

Nos momentos atuais, cada vez mais estamos rodeados por diferentes tipos de materiais, seja no lar, no transporte, no trabalho e no lazer, e muitos desses materiais em conjuntos com outros elementos podem provocar ou sustentar um incêndio.

Há quatro elementos que devem estar presentes para que exista um incêndio. Deve haver oxigênio para sustentar a combustão, o calor para elevar o material até sua temperatura de ignição, combustível para suportar a combustão e uma reação química entre os outros três elementos.

Triângulo do Fogo

Remova qualquer um dos quatro elementos para extinguir o fogo.

O conceito de Proteção contra Incêndios é baseado em manter esses quatro elementos separados. E essa proteção deve ser aplicada em todos os âmbitos, seja durante a construção de edifícios, através da NR-18, durante a operação dos edifícios seguindo as diretrizes da ABNT e Corpo de Bombeiros Locais, bem como nos locais de trabalho através da NR-23, dentre outras diretrizes.

Neste artigo queremos apresentar os tipos de incêndio, e os tipos de extintores que podem combater os mesmos, sendo que os dimensionamentos e demais itens devem seguir no território nacional as diretrizes da ABNT NBR 12693:2013  – Sistemas de proteção por extintores de incêndio.

Tipos de Incêndios

Nem todos os incêndios são os mesmos. Combustíveis diferentes criam incêndios diferentes e requerem diferentes tipos de agentes de extinção de incêndio. Os mais comuns são:

Classe A

Classe A

Os incêndios de Classe A são incêndios em combustíveis comuns , como madeira, papel, pano, lixo e plásticos.

Classe B

Classe B

Os incêndios Classe B são incêndios em líquidos inflamáveis , como gasolina, petróleo e tinta . Os incêndios Classe B também incluem gases inflamáveis como o propano e o butano . Os incêndios classe B não incluem incêndios envolvendo óleos e graxa de cozinha.

Classe C

Classe C

Os incêndios de classe C são incêndios envolvendo equipamentos elétricos energizados , como motores, transformadores e eletrodomésticos . Remova a energização, e o fogo de Classe C se torna uma das outras classes de fogo.

Classe D

Classe D

Os incêndios de classe D são incêndios em metais combustíveis , como potássio, sódio, alumínio e magnésio .

Classe K

Classe K

Os incêndios de classe K são incêndios em óleos e graxas de cozinha , como gorduras de animais e gorduras vegetais .

Alguns tipos de agentes de extinção de incêndio podem ser usados ​​em mais de uma classe de fogo. Outros têm avisos em que seria perigoso para o operador usar um agente de extinção de incêndio específico.

Tipos de Extintores

Os rótulos dos extintores de incêndio contêm as informações necessárias sobre classificações de classe e ícones que identificam os tipos de incêndios que eles foram projetados para lutar. Abaixo alguns tipos de extintores:

Água e espuma

Os extintores de incêndio de água e espuma extinguem o fogo tirando o elemento de calor do triângulo de fogo. Já os agentes de espuma também separam o elemento de oxigênio dos outros elementos.

Os extintores de água são apenas para incêndios de Classe A – não devem ser usados ​​em incêndios de classe B ou C. O fluxo de descarga pode espalhar o líquido inflamável em um incêndio de Classe B ou pode criar um risco de choque em um incêndio Classe C.

Dióxido de carbono

Os extintores de dióxido de carbono extinguem o fogo retirando o elemento de oxigênio do triângulo do fogo e também removendo o calor com uma descarga muito fria.

O dióxido de carbono pode ser usado em incêndios classe B e C. Eles geralmente são ineficazes em incêndios da classe A.

Pó químico seco

Os extintores químicos secos extinguem o incêndio principalmente interrompendo a reação química do triângulo do fogo.

O tipo de extintor de incêndio mais utilizado atualmente é o produto químico seco multifuncional (ABC) que é efetivo nos incêndios Classe A, B e C. Este agente também funciona criando uma barreira entre o elemento de oxigênio e o elemento de combustível em incêndios de Classe A.

O produto químico seco ordinário (BC) é apenas para incêndios classe B e C. É importante usar o extintor correto para o tipo de combustível! Usar o agente incorreto pode permitir que o fogo reinicie após aparentemente extinto com sucesso.

Químico úmido (Wet Chemical)

O extintor de químico úmido é um novo agente que extingue o fogo, removendo o calor do triângulo de fogo e evitando a reinicialização criando uma barreira entre os elementos de oxigênio e combustível .

O produto químico úmido de extintores de classe K foi desenvolvido para frigideiras modernas e de alta eficiência em operações de cozimento comercial. Alguns também podem ser usados ​​em incêndios Classe A em cozinhas comerciais.

Carga de halogenados (Halon)

Os extintores de carga de halogenados extinguem o fogo interrompendo a reação química do triângulo do fogo. Os extintores de carga de halogenados são principalmente para incêndios classe B e C. Alguns extintores de carga de halogenados maiores podem ser usados ​​em incêndios Classe A, B e C

Pó seco

Os extintores de pó seco são semelhantes ao produto químico seco, exceto que extinguem o fogo, separando o combustível do elemento de oxigênio ou removendo o elemento de calor do triângulo de fogo. No entanto, os extintores de pó seco são para a Classe D ou incêndios metálicos combustíveis, apenas. Eles são ineficazes em todas as outras classes de incêndios.

Névoa de água

Extintores de névoa de água são um desenvolvimento recente que extingue o fogo tirando o elemento de calor do triângulo de fogo. Eles são uma alternativa aos extintores de carga de halogenados onde a contaminação é uma preocupação.

Os extintores de névoa de água são principalmente para incêndios de Classe A, embora também sejam seguros para uso em incêndios Classe C.

Uso do extintor de incêndio

É importante um pouco de conhecimento sobre os tipos de extintores e aonde os mesmos podem ser utilizados, mas além disso é bom estarmos preparados para opera-los se necessário.

Os extintores de incêndio podem ser pesados, por isso é uma boa idéia praticar pegar e segurar um extintor para ter uma idéia do peso e da sensação. Tire um tempo para ler as instruções de operação e os avisos encontrados no rótulo do extintor de incêndio. Nem todos os extintores de incêndio se parecem.

Pratique a liberação da mangueira de descarga e apontando para a base de um incêndio imaginado. Não puxe o pino ou aperte a alavanca. Isso irá quebrar o selo do extintor e fazer com que ele perca a pressão.

Quando é hora de usar o extintor em uma incêndio, lembre-se:

  • Puxe o pino.
  • Dirija o bico ou a mangueira na base do fogo a partir da distância segura recomendada.
  • Aperte a alavanca de operação para descarregar o agente extintor de incêndio.
  • A partir da distância recomendada, varre o bico ou a mangueira de um lado para o outro até o fogo sair. Avance ou rodeie a área de fogo enquanto o fogo diminui. Acompanhe a área em caso de re-ignição.

Inspeção  e Manutenção do extintor de incêndio

Como qualquer dispositivo mecânico, os extintores de incêndio devem ser mantidos regularmente para garantir o bom funcionamento. O responsável, proprietário, ocupante da propriedade onde os extintores de incêndio estão localizados, são responsáveis ​​por organizar a manutenção de seus extintores de incêndio.

Os extintores de incêndio devem ser inspecionados ou receber uma “verificação rápida” a cada 30 dias. Para a maioria dos extintores, este é um trabalho que qualquer pessoa pode facilmente fazer, localizando os extintores em seu local e respondendo as três perguntas abaixo:

  • O extintor está no local correto?
  • É visível e acessível?
  • O indicador de pressão ou pressão mostra a pressão correta?

Além disso, os extintores de incêndio devem ser mantidos anualmente de acordo com os códigos e regulamentos locais, estaduais e nacionais. Este é um exame minucioso das peças mecânicas do extintor de incêndio, agente extintor de incêndio e do gás expulso. O profissional de equipamentos de incêndio é a pessoa ideal para realizar a manutenção anual, porque eles possuem os manuais, ferramentas, materiais de recarga, peças, lubrificantes e o treinamento e a experiência necessárias.

O fogo é imprescindível na sociedade, mas é preciso cuidado no seu uso, e quando há um acidente, é preciso saber combater e controlar, e os extintores são dispositivos eficazes e que devem ser utilizados nos princípios de incêndio, porque na maioria das vezes os mesmos têm poder de controlar a propagação, quando bem especificados, mantidos em manutenção adequada e utilizados corretamente.

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Como Elevadores podem reduzir o consumo de energia?

A busca por eficiência energética nas edificações vem ganhando cada vez mais espaço dentro da construção civil brasileira, pois um dos itens que mais pesam no orçamento do condomínio é o consumo de energia elétrica; E o elevador pode ser fundamental na redução de custos de energia elétrica em edifícios.

Sustentabilidade: elevador é peça-chave na redução de custos de energia elétrica em edifícios!

Segundo o relatório do World Green Building Council (WGBC), o Brasil está entre países que mais possuem obras com certificação LEED. São mais de 1.263 projetos cadastrados , sendo 456 já certificados, e 807 projetos buscando a certificação.

Maior organização mundial para o mercado da construção civil em prol da sustentabilidade, o WGBC também apontou uma redução de custos operacionais ao longo de todo o ciclo de vida dos empreendimentos green buildings.

Este panorama evidencia a importância de se considerar a sustentabilidade no cenário futuro e atual quando se pretende reduzir custos operacionais e valorizar os ativos imobiliários, sendo que a adoção de equipamentos mais eficientes contribuem para isto, como no caso dos elevadores.

Como Elevadores podem reduzir o consumo de energia?

Neste cenário, o elevador tem um papel importante, pois responde por 5% a 15% da energia consumida pelos edifícios, dependendo a edificação, e conta pontos para um edifício obter as principais certificações que atestam se a construção atende aos princípios de sustentabilidade. As novas tecnologias em elevadores podem reduzir o consumo de energia; além de ampliar a capacidade de tráfego e gerar energia para os edifícios, contribuindo ainda mais para redução no consumo total de energia da edificação.

Em média, os elevadores podem economizar até 27% de energia quando comparadas com outras soluções, e reduzir a energia elétrica necessária pela metade. De acordo com as diretrizes de eficiência energética para elevadores, estabelecidas pela Associação de Engenheiros Alemães em 2009 (VDI 4707), as configurações mais eficientes podem economizar até 70% do consumo em um prédio.

Atualmente os elevadores também podem funcionar como geradores de energia. No One World Trade Center, em Nova York (EUA), os 71 elevadores geram uma economia suficiente para alimentar todo o sistema de iluminação do edifício com 104 andares. A solução está no sistema regenerativo, mas o que é isso?

O que é o sistema regenerativo?

É o sistema por meio do qual, o elevador funciona como gerador de energia, convertendo a energia dos elevadores em eletricidade e devolvendo-a para a rede de energia da edificação. Os elevadores costumam se locomover usando energia de uma fonte de alimentação (operação acionada); no entanto, quando eles se locomovem para baixo com uma carga de carro pesado ou com uma carga de carro leve (operação regenerativa), a máquina de tração funciona como um gerador de energia.

Embora a energia gerada durante a operação da máquina de tração seja geralmente dissipada como calor, o conversor regenerativo transmite a energia de volta ao transformador de distribuição e alimenta a rede elétrica no prédio junto com a eletricidade da fonte de alimentação. Além disso, o conversor regenerativo tem o efeito de diminuir as correntes harmônicas.

Elevador em funcionamento consumindo energia
Elevador em funcionamento gerando energia

O sistema regenerativo é capaz de reduzir os gastos com eletricidade em até 75%, se comparado aos sistemas tradicionais, além da redução das emissões de CO2 , cerca de 1400 kg / ano . Trata-se de um sistema, que aproveita toda a energia que seria desperdiçada, permitindo que ela seja aplicada em outros fins.

No Brasil, o Eldorado Business Tower, prédio de escritórios localizado em São Paulo, é uma das referências de eficiência energética com o sistema regenerativo aplicado nos elevadores. Medições feitas pela empresa dos elevadores registraram uma economia de 2194,55 kWh por mês com cada elevador, o que equivale a 35% de economia no consumo de energia.

Cabos de aço ou cintas planas?

Com a proposta de deixar os elevadores mais sustentáveis, sem perder a qualidade, algo que parece simples, mas que fazem bastante diferença, é um elevador sem casa de máquina, com diferencial de substituição dos cabos de aço por cintas planas de aços, revestidas de poliuretado.

Modelo de Cintas Planas de Aço

Assim, as cintas e o fato de não ter engrenagens descarta a necessidade da lubrificação adicional, tornando todo o sistema mais limpo. De acordo com o fabricante, elas também são mais leves, duráveis e silenciosas. Os elevadores equipados com essa tecnologia continuam sendo muito rápidos, se movendo a 2,5 m/s.

“Os elevadores são muitas vezes ignorados, apesar de estarem no cerne de um futuro mais eficiente em termos energéticos para as novas cidades”, é o que afirma Andreas Schierenbeck, CEO da Thyssenkrupp Elevator

Tipos de lâmpadas?

Os tipos de lâmpadas escolhidas para a iluminação da cabina também podem colaborar para redução no consumo de energia pelo elevador. A substituição das lâmpadas convencionais por modelos a LED reduz em 75% o consumo de energia. Alguns elevadores possuem sistema inteligente de economia de energia, ou seja, a iluminação da cabina pode ser desligada total ou parcialmente, quando o elevador fica sem uso, como no período da noite.

Elevadores podem “dormir” ?

Novos projetos de elevadores possuem controladores que acionam modos de “hibernação” ou “sono” em cabinas ociosas, reduzindo assim significativamente a demanda de energia. Isso se dá pelo uso de sensores e softwares internos que entram automaticamente no modo, desligando luzes, ventilação, música e telas de vídeo quando desocupados.

Com uma série de benefícios claros e tangíveis, as soluções para elevadores energeticamente eficientes estão no centro do debate para o desenvolvimento de cidades verdadeiramente sustentáveis.

Controle de chamadas, podem ajudar?

Muito comum entres as pessoas, é o de “chamar” dois ou mais elevadores ao mesmo tempo ou ao apertar os dois botões (o que “chama” para subir e o para descer), aumentando o consumo de energia.

Para evitar o desperdício, pode ser instalado um comando em grupo que elimina a chance de se registrar o chamado em duas botoeiras, ou se optar por um sistema mais eficiente de economia de energia, que é o sistema de antecipação de chamada e destino, que agrupa num mesmo elevador pessoas que vão para o mesmo andar ou próximos, evitando viagens desnecessárias e demoradas.

Isto é feito através de um software de controle de despacho de destino que lida com pedidos de parada de elevador, fazendo menos paradas e minimizando o tempo de espera, reduzindo o número de elevadores necessários, chamadas de elevador personalizadas usadas com controles de despacho de destino que eliminam a necessidade de controles na cabina.

Máquinas de tração, controladores?

As máquinas de tração também estão evoluindo, e nos modelos atuais, com engrenagem ou sem engrenagem, melhoraram o desempenho do motor e, consequentemente, reduzem o consumo de energia do elevador.

Na performance do elevador, um dos componentes mais importantes é o quadro de comando microprocessado com inversor de frequência, o qual é responsável pela reduzam do consumo de energia em até 40% e proporciona melhor desempenho do elevador e conforto aos passageiros, em comparação com os quadros de comando antigos, com réles eletromecânicos.

“Se quisermos atingir as metas de sustentabilidade definidas pelos países e, em última instância, salvar os recursos do planeta, as autoridades e as empresas privadas precisam atuar em colaboração na implementação das mais recentes soluções tecnológicas para oferecer economia de energia real.” Schierenbeck

Nas edificações, elevadores podem reduzir o consumo de energia?

Realmente com a adoção de sistemas e tecnologias apresentados aqui, há uma redução significativa no consumo de energia das edificações. Então realmente vale a pena, analisar as especificações dos elevadores quando da aquisição para um edifício , ou a reforma, pois os resultados podem ser medidos e sentidos no bolso dos condôminos ou proprietário, da edificação.

Um exemplo é o Eurobusiness, onde todos os motores instalados no edifício possuem altos níveis de eficiência, permitindo um uso melhor para a energia empregada nestes equipamentos e os elevadores são equipados com tecnologias abordadas aqui, inclusive o sistema de regeneração, diminuindo o consumo de energia do edifício. Os dados de energia de todos os equipamentos, não apenas elevadores, para o período de medição podem ser vistos abaixo:

Gráfico de Consumo dos Equipamentos no Ed. Eurobusiness

No gráfico , é mostrado que houve uma redução do simulado, que já era para equipamentos eficientes, para a busca da certificação Leed Platinum, e que na operação o consumo dos equipamentos se demonstrou mais eficiente ainda no Ed. Eurobusiness, demonstrado a importância de um bom projeto integrado, simulações, e a medição e verificação durante a operação atestando a eficiência da edificação.

Deixo aqui também um case de modernização de elevador , que demonstra a redução e eficiência no consumo de energia: Case de Modernização de Elevadores por ThyssenKrupp.

Edifícios consomem 40% da Energia Mundial, deste consumo, 10% vem da energia consumida pelo Elevadores. Hoje são mais de 12 milhões de elevadores operando no mundo. Por isso devemos estar atentos a eficiência destes equipamentos para sustentabilidade global.

 

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