Sistemas de prevenção de incêndio são essenciais em restaurantes

O risco de incêndios em restaurantes, bares e cozinhas industriais é muito alto, visto que estes locais possuem diversas fontes de calor (fornos, fogões, grelhas, fritadeiras, etc.) aliadas a presença de elementos combustíveis variados como óleos, gordura e gases. Um incêndio na cozinha pode se tornar uma experiência terrível. Uma pequena chama em um aparelho qualquer pode se alastrar por toda cozinha em pouco tempo, danificando toda a estrutura do local e pior ainda, machucando os colaboradores do local. Por esta razão é imprescindível, que os empresários fiquem atentos e instalem sistemas de prevenção de incêndio em suas cozinhas.

A prevenção e combate ao incêndio tem início em um projeto bem estruturado e personalizado, que atenda a todas as necessidades do restaurante e respeite a legislação vigente. É fundamental, que os funcionários do local também estejam bem treinados e saibam como agir em situações de risco, além de colaborarem com a prevenção. Um item de responsabilidade dos usuários da cozinha, e que pode se tornar um agente causador de incêndios, é a sujeira acumulada nos equipamentos. Sem a limpeza ideal em filtros e coifas, uma gota de gordura no local errado pode ser o início de um incêndio.

O sistema de segurança mais adequado para a sua cozinha, dependerá dos equipamentos instalados, tamanho do local e necessidades específicas. São diversos sistemas disponíveis, todos com grande nível de proteção. Para identificar os itens necessários, a contratação de uma consultoria especializada é a melhor solução. No entanto, elementos como saídas de emergência, sinalização, extintores, detectores, sensores de presença de chama e sprinkles são obrigatórios. Instalados em sistemas de prevenção de incêndio fixos, estes equipamentos protegem os estabelecimentos 24 horas por dia e dependem pouco ou de nenhuma forma da ação humana para acionamento.

De acordo com a XS Gás , empresa especializada em equipamentos de controle e segurança de chama, estes sistemas funcionam de forma automática a partir do momento da identificação do incêndio, cortando imediatamente a emissão de gases e logo após extinguindo as chamas. “O melhor desses sistemas é não depender do treinamento dos operadores, não há necessidade de qualquer intervenção, diminuindo a possibilidade de falha e aumentando o nível de segurança”, explica.

Apesar de toda a tecnologia disponível e da cobrança legal, pelos sistemas de prevenção de incêndio. Existem empresas que não estão adequadamente seguras, é importante ressaltar que uma cozinha segura garante um bom funcionamento do estabelecimento e a preservação da vida dos membros da equipe e de seus clientes.

fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/dino/sistemas-de-prevencao-de-incendio-sao-essenciais-em-restaurantes-shtml/

Turismo e sustentabilidade: conheça quatro países que levam o tema a sério

Confira abaixo quatro exemplos de destinos que conseguem aliar uma excelente receptividade de milhares de viajantes com o menor impacto possível na natureza local:

Barbados
Barbados é uma pequena ilha no Caribe com recursos naturais limitados. Por conta disso e por estar sendo afetada pelo aquecimento global e aumento do nível do oceano, há um interesse enorme em proteger o meio ambiente e promover ações sustentáveis para as gerações futuras. Por exemplo, desde a década de 70 a energia solar é utilizada em muitas casas barbadianas e pequenas ou grandes empresas. Além disso, várias ações sustentáveis são pensadas para os grandes eventos do destino, por exemplo o Crop Over, com a utilização de lâmpadas LED, a reutilização e reciclagem de lixo para criar itens de decoração ou partes de fantasias e a utilização de materiais biodegradáveis e plásticos reciclados.
Muitos hotéis também estão engajados com políticas ambientais e conquistaram Green Globe Certifications. O Accra Beach Hotel, na costa sul da ilha, é um deles e ganhou o certificado devido a seus planos de redução de energia, modelos de vasos sanitários que utilizam menos água, plano de gerenciamento da poluição e sistema de gerenciamento de lixo, entre outras medidas, como o envolvimento de uma escola da comunidade em um programa de educação sobre o ambiente marinho.

Mônaco
No principado de Mônaco, a preocupação com o meio-ambiente vem desde o tempo do Príncipe Albert I e suas conhecidas expedições oceanográficas, que buscavam formas de conseguir preservar o ambiente marinho. Para diminuir os impactos ambientais, o governo de Mônaco promove campanhas e projetos para tornar o destino cada vez mais sustentável. Com esse compromisso, em junho de 2006, o príncipe Albert II criou uma fundação que combate as ameaças ao meio-ambiente, chamada Prince Albert II of Monaco Foundation. O príncipe se comprometeu com a redução das emissões de gases poluentes em 50% antes de 2030 em comparação a 1990, em alcançar a neutralidade de carbono até 2050 e dedicar-se na proteção dos oceanos. Além dessas, há muitas outras medidas que visam a preservação e conservação do meio ambiente, que fazem com que Mônaco seja um dos principais países que lutam pela causa sustentável.

Noruega
A Noruega é um país riquíssimo em belezas naturais, que vão desde cachoeiras, montanhas e fiordes até grandiosas geleiras. Por isso, preservar suas paisagens e toda vida existente nelas tem uma importância crucial para o país. Desfrutar da natureza e do ar livre corresponde ao maior passatempo dos noruegueses e isso se reflete na atitude de comprometimento com a preservação e o uso do meio ambiente. Grande parte da Noruega corresponde a áreas de preservação ambiental e parques naturais, mas o instaurado direito de acesso garante que elas continuem sendo acessíveis e visitadas por todos. Muitos locais da Noruega foram honrados com a certificação internacional de destino sustentável, o que mostra o esforço de proporcionar as melhores experiências possíveis para os visitantes, mantendo o impacto do turismo em níveis mínimos. Alguns exemplos de destinos sustentáveis noruegueses são Trysil, Røros, Geilo e as ilhas Svalbard.

Seychelles
O arquipélago de Seychelles, no Oceano Índico, tem cerca de metade de sua área terrestre sob proteção natural e incentiva o turismo sustentável. Há uma enorme biodiversidade de fauna e flora no destino, inclusive com muitas espécies endêmicas, e ele se orgulha de suas práticas de conservação e preservação da natureza, que resultaram em um alto grau de proteção ao meio ambiente. O país possui dois Patrimônios Mundiais da UNESCO. Um deles é o Atol de Aldabra, um dos mais afastados do arquipélago e onde vivem mais de 150 mil tartarugas gigantes, a maior população do réptil no mundo, além de mais de 400 espécies e subespécies endêmicas. Aldabra é um dos maiores atóis de coral do mundo e, por ser um local tão inacessível, mantém sua natureza e biodiversidade praticamente livre de qualquer intervenção humana. Por causa de seu ecossistema único e intacto, Aldabra é um laboratório natural fantástico para pesquisas científicas e novas descobertas. Por ser extremamente protegido é necessária uma autorização para entrada no atol e atividades turísticas são limitadas.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/releases-ae,turismo-e-sustentabilidade-conheca-quatro-paises-que-levam-o-tema-a-serio,70001675713

Quatro pontos de atenção para melhorar a eficiência energética nas empresas

Em razão das perdas por aquecimento de equipamentos e instalações elétricas, estima-se que uma parte significativa da energia gerada anualmente no Brasil seja desperdiçada. Isso poderia ser revertido pela melhora no aproveitamento e pelo uso racional das fontes de energia. O entendimento desse potencial de economia – de fazer mais com menos – é o que define eficiência energética.

Para que as empresas estejam alertas sobre como diminuir o consumo de energia, Glycon Garcia, engenheiro eletricista, diretor-executivo do Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre), relaciona os pontos-chave para ganho de eficiência energética.

Iluminação

A eficiência energética na iluminação está diretamente relacionada ao tipo de lâmpada e luminária utilizadas. Por isso, o ideal é que seja feito um estudo luminotécnico para indicar as melhores opções em cada situação. Uma tendência que vem ganhando força no mercado a cada dia é o uso de lâmpadas LED. “A durabilidade de uma lâmpada LED equivale a de 50 lâmpadas incandescentes. Ela rende algo entre 20 mil e 100 mil horas, enquanto a vida útil da incandescente não passa de mil horas e a fluorescente entre 5 mil e 10 mil.”

De acordo com Garcia, as empresas conseguiriam diminuir o peso da fatura de consumo se planejassem esse sistema e adotassem, por exemplo, fotocélulas em fachadas, sensores de presença em locais de pouca movimentação, painéis solares fotovoltaicos, para aproveitar os recursos naturais, entre outros componentes.

Motores

A substituição de motores elétricos antigos por motores de alto rendimento, com maior presença de cobre, também é uma alternativa de economia no consumo de energia elétrica e aumento da produtividade nas empresas. Hoje, de acordo com Ministério de Minas e Energia (MME), os motores representam a maior parte do consumo da energia gerada no País. Grande parte desse consumo é explicado pela prática de recondicionamento, que torna os motores antigos menos eficientes. “Os motores de alto rendimento, com maior condutividade elétrica, diminuem perdas de energia e ainda têm a vantagem de uma maior vida útil, se comparados aos motores convencionais”, afirma Garcia.

De acordo com o diretor do Procobre, a venda de motores novos no Brasil equivale à quantidade de motores reformados. A cada reforma, estima-se que a perda de eficiência energética seja de até 3% e é comum um motor ser recondicionado mais de uma vez, aumentando o custo operacional e o desperdício de energia elétrica.“Além dos motores, sistemas elétricos e sistemas de controles de motores, geradores, transformadores de distribuição e até eletrodomésticos, se mais eficientes, poderiam contribuir para a redução do consumo de energia elétrica a um custo menor que a do investimento em geração de energia, diz o engenheiro. As empresas conseguiriam ainda reduzir custos de manutenção e aumentar a produtividade com a troca dos motores antigos por novos.

Instalações Elétricas

Ao conduzirem energia, as próprias instalações sofrem perdas elétricas. Atualmente, existe uma discussão junto à ABNT sobre quais os parâmetros que devem ser observados para redução dessas perdas. O diretor do Procobre chama a atenção para o uso de materiais de boa qualidade e também para o local de instalação de alguns componentes. “Quanto maior o comprimento de um cabo, maior a perda. Uma mudança de posição em relação ao item de maior consumo energético, em alguns casos, pode gerar economia.”

Garcia também faz o alerta de que pouco adianta ter instalações bem dimensionadas e equipamentos eficientes, se o uso não for racional. Por isso, a importância de criar bons hábitos no uso da energia elétrica, evitando desperdícios.

Climatização

Em um conceito abrangente, que engloba aquecimento, ventilação, ar-condicionado e refrigeração, a climatização é outro ponto-chave que deve ser observado sob o conceito de eficiência energética. No caso dos aparelhos de ar-condicionado, além do correto dimensionamento para o ambiente onde será instalado, um estudo pode identificar se é mais vantajoso para a empresa manter um sistema de ar-condicionado central ou distribuído, por exemplo. Outro item a ser observado é a classificação energética desses aparelhos, destaca Garcia. “Em uma escala de A (mais eficientes) a G (menos eficientes), os equipamentos são classificados levando em conta a relação entre capacidade e consumo.”

Sobre a Procobre
O Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre) é uma instituição sem fins lucrativos que faz parte da Internacional Copper Association (ICA), sediada em Nova York e líder mundial na promoção do cobre, metal que sempre se fez presente na evolução das civilizações. A Procobre tem como missão gerar demandas para os produtos de cobre, difundir informações sobre os atributos técnicos, científicos e as contribuições do cobre para a formação e preservação da vida, gerar pesquisas, desenvolver processos e produtos tecnológicos e criar novos usos para o metal. Seus dois maiores desafios são posicionar a indústria do cobre como um setor fundamental para responder aos desafios da sociedade e colocar o cobre como um material que atende às preocupações do desenvolvimento sustentável.

Fonte: Attitude.com

Revisão elétrica precisa ser feita a cada dez anos

Poucos se preocupam, mas essa medida reduz o risco de um incêndio em casa

Quando se fala em manutenção de um imóvel, o que vem à cabeça são uma nova pintura, reparos no telhado ou a troca de um piso. Quase ninguém se lembra das instalações elétricas. Como ficam embutidas nas paredes ou forros das casas e comércios, acabam passando despercebidas. Mas a fiação envelhece, a camada isolante resseca e perde a propriedade isolante, o que pode provocar fuga de energia, com risco de curto-circuito e até incêndio.

Além do desgaste natural pelo uso, sempre é bom lembrar que nos últimos 20 anos os equipamentos domésticos se multiplicaram, mas poucas pessoas tiveram o cuidado de modernizar, da mesma forma, a infraestrutura das residências para suportá-los.

Por isso, tão importante quanto fazer o planejamento do projeto elétrico, é revisar as instalações elétricas a cada dez anos, em média.

Segundo especialistas, boa parte dos incêndios em casas e apartamentos são causados por problemas na rede elétrica doméstica. E muitas destas ocorrências são desencadeadas pelo mau uso de equipamentos, como a mania do brasileiro de usar os chamados benjamins, aquelas tomadas com várias saídas.

No Paraná, anualmente, os bombeiros atendem em média 4.500 casos de incêndios em edificações, ou 12 casos todos os dias. No ano passado foram 4.507 incêndios em edificações em todo o Estado, número semelhante ao de 2015, quando foram 4.513 casos. As estatísticas não mostram as causas destes incidentes, mas os bombeiros afirmam que boa parte tem a ver com as instalações elétricas mau usadas ou deficientes.

Cinco indícios que mostram que a fiação precisa de manutenção

A tomada esquenta quando o eletrodoméstico está em funcionamento?
Isso é sintoma de sobrecarga na rede. O problema, em geral, está nos condutores elétricos, antigos ou muito finos para o equipamento em questão.

O eletrodoméstico está dando choque?
É uma indicação de fuga de energia. Faça um teste retirando todos os aparelhos das tomadas e aguarde 15 minutos. Caso o relógio de medição continue girando é melhor chamar um eletricista para encontrar a origem e resolver a fuga de energia.

Suas tomadas têm três pinos?
Embora dê um pouco de trabalho, vale a pena trocar as tomadas pelo modelo de três pinos. Seu nome correto é 2P+T, ou seja, dois pinos mais o terra, que correspondem aos condutores fase, neutro e terra. Tornou-se obrigatório em instalações elétricas desde 2009.

Seu imóvel possui aterramento?
O aterramento é feito por um cabo ou fio verde/amarelo que percorre todas as tomadas da residência ou comércio e é ligado ao chão por meio de hastes metálicas, geralmente cobre, que é altamente condutor.

O plugue não cabe na tomada?
Os plugues são fabricados em dois diâmetros: 4mm para corrente nominal de 10 ampères e 4,8mm para os que possuem 20 ampères, o que impede que aparelhos de maior potência sejam ligados em tomadas não compatíveis. Portanto, não insista se o plugue não estiver entrando na tomada.

Fonte: Tramontina

Soluções de automação para hotéis

Viagens são cansativas. Por este motivo, é importante que os quartos de hotéis ofereçam o máximo possível de conforto, os hóspedes precisam de uma experiência como se sentissem em casa e, especialmente, apreciar seu descanso após um longo dia de lazer ou trabalho.

O conforto é essencial durante sua estadia no hotel, seja lendo, trabalhando ou vendo TV, possibilitado a experiência de uma estadia prazerosa e a Legrand oferece soluções de automação configuráveis individualmente, na iluminação, nos ajustes de TV e som, de temperatura do quarto e posições de persianas, tudo com o simples toque em um botão.

A Automação permite a flexibilidade requerida para impressionar até os mais exigentes hóspedes, otimizando os recursos aplicados, podendo significar mais indicações e mais rentabilidade para o hotel.

Para complementar o kit tecnologia de ponta + design + conforto, há cada vez mais uma ligação íntima entre a automação e o design moderno, dando ao hóspede a melhor experiência de estadia, fazendo-o se sentir totalmente em casa.

E se você se pergunta “Por que sem fio num hotel?”, eis a resposta no site da Legrand:

“Gerenciamento digital da estadia: Tendência natural para uma convergência de tecnologias, possivelmente baseadas em IP, para agregar mais valor.
Controle ao alcance das mãos: Não mais apenas o interruptor, hóspedes e hotéis procuram novas aplicações, mais integradas e centradas na experiência do usuário.
Mais conforto: Foco em uso eficiente dos recursos para otimizar os custos associados aos benefícios providos aos hóspedes.
Ainda mais conforto: Agregar mais funcionalidades ao alcance das mãos dos hóspedes para incrementar o valor da estadia.
Sustentabilidade: Eficiência energética e sustentabilidade demandados pelos hóspedes, reflexo das discussões de negócios e sociedade atuais.”

E se você quer essa tecnologia em seu projeto, entre em contato conosco.

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