Sustentabilidade no Vaticano: Papa usará carro 100% elétrico

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco usará durante um ano um carro 100% elétrico, como parte de um projeto-piloto que quer provar os benefícios dessa tecnologia para o meio-ambiente e a economia. O modelo foi escolhido pelo próprio Pontífice, a quem, segundo o site “Spiegel Online”, teria sido oferecido um sedã de luxo elétrico-motorizado, mas Francisco deu preferência a um veículo menor.

Projeto na vanguarda

A iniciativa foi de uma empresa de consultoria alemã em investimentos, que também ofereceu ao Pontífice quatro estudos sobre como transformar o Vaticano em um dos primeiros Estados do mundo a usar 100% de energias renováveis, em um ambiente com 100% da mobilidade livre de emissões, em um dos primeiros lugares a utilizar baterias de veículos elétricos para armazenamento de energia, e em uma economia com investimentos alinhados aos objetivos da encíclica Laudato Si, a primeira na história da Igreja a abordar questões ambientais.

Segundo Jochen Wermuth, diretor de investimentos da consultoria, “o fato de o Papa começar a usar um carro 100% elétrico é uma ótima notícia, pois ele estabelece um exemplo a ser seguido por outros Chefes de Estado e qualquer pessoa no mundo. Hoje não é apenas moralmente correto, mas é também mais barato ter um carro elétrico, na comparação com um carro de motor de combustão.”

(CM-agências)

(from Vatican Radio)

Como produzir energia fotovoltaica

É possível produzir e consumir energia de forma sustentável, sem depender totalmente da geradora de energia. Porém, é importante salientar que nem todos os meses do ano são rentáveis e se o projeto não for bem direcionado, pode não compensar financeiramente.

O sol

A primeira questão que deve ser observada é a região geográfica, pois a duração da incidência solar pode varia, mesmo dentro do Brasil. Onde as regiões Sul e Sudeste são melhores para o aquecimento de água e as regiões Norte e Nordeste para a geração de energia, porém, nada impede que o contrário seja aplicado.

Energia Fotovoltaica

Após analisar a região geográfica, é a hora de decidir a finalidade da instalação: para aquecimento da água ou para a geração de energia elétrica, que é o que iremos abordar de uma forma um pouco mais aprofundada.

Podem haver duas alternativas na geração de energia elétrica, isolada ou conectada a rede. Se conectada, há compensação da rede elétrica quando não se produz energia solar e se produz excedente, essa parcela é entregue à rede de distribuição, gerando descontos futuros e/ou uso deste bônus em outros locais pré-cadastrados pelo usuário, o que pode ser um grande estímulo e uma saída viável à produção de energia limpa e renovável.

Já o sistema isolado demanda de maiores cálculos para gerar a energia necessária a todo o ambiente escolhido e seu custo pode ser maior que a rede conectada.

 Custos

Para fazer um sistema isolado, é necessário comprar baterias para o armazenamento de energia, encarecendo mais o projeto e se comparado ao sistema conectado, seu custo pode ser mais elevado e as vantagens menores, vale lembrar, que tudo depende do objetivo do projeto.

O tempo de retorno do investimento na energia fotovoltaica pode variar entre 6 e 10 anos, onde a conta de energia se reduzirá de acordo com a potência do sistema instalado.

Ao escolher um módulo fotovoltaico, não basta olhar eficiência x custo, sua vida útil e o custo é o que deve ser levando em consideração na hora da decisão de compra, pois a eficiência é importante, porém deve ser considerada apenas quando a área de instalação do painel for desfavorável .

Onde instalar?

Uma das maiores dúvidas é se qualquer edificação poderá receber uma instalação fotovoltaica e a resposta é sim, porém, as instalações da edificação e seu entorno precisam ser analisadas, para que não haja comprometimento do desempenho na geração da energia.

Em edificações urbanas, a interferência de ventos, sombras, superfícies reflexivas e a circulação de ar, que ajuda a manter a temperatura dos módulos fotovoltaicos, também podem interferir na eficiência do sistema. O ideal é que a edificação esteja em um entorno mais livre, onde suporte o peso dos painéis e o local instalado precisa ser preparado estruturalmente para receber os painéis, com a finalidade de evitar acidentes.

Quanto ao espaço, 10m² de painéis podem gerar 1kWp, energia suficiente para suprir a demanda de uma pequena residência e sua instalação pode ser feita no telhado, sem a necessidade de adaptar novos espaços para colocar os painéis.

Inclinação e orientação

Para usufruir o máximo dos painéis, é importante levar em consideração sua inclinação e a orientação que serão instalados, no Brasil, o painel solar deve ser instalado deve ter face orientada para o “Norte verdadeiro”.

Referente ao ângulo de inclinação, ele deve ser igual à latitude do local que será instalada e variações de até 10º não influenciam significativamente na qualidade de captação da energia. Para regiões próximas da linha do Equador, a inclinação mínima deve ser de 10º.

Há controles manuais e automáticos que orientam os módulos a seguir a movimentação do Sol, a acompanhar suas mudanças ao longo do ano, garantindo ainda mais eficiência ao sistema.

Componentes

Os componentes básicos de um painel fotovoltaico são:

Bloco gerador: composto pelos módulos fotovoltaicos, cabos e por uma estrutura de suporte;

Bloco de condicionamento de potência: composto por conversores, inversores de tensão, retificadores, controladores de carga, seguidor de ponto de potência máxima, diodos de bloqueio e de passagem;

Bloco de armazenamento (opcional para sistemas conectados à rede): composto por baterias.

O Bloco gerador deve ser instalado no telhado da edificação, os Blocos de condicionamento e de armazenamento devem ser instalados em ambiente coberto, seguro e de fácil acesso.

Não se esqueça, é obrigatório o uso de equipamentos de segurança para a instalação dos painéis fotovoltaicos.

 

20 motivos para a implantação da Energia Solar Fotovoltaica

  1. O sistema solar fotovoltaico utiliza uma energia renovável para geração de eletricidade;
  2. Sua fonte de geração de eletricidade é a energia solar, que é infinita e inesgotável.
  3. É uma excelente opção para o território nacional já que o Brasil tem alta incidência solar;
  4. Alta vida útil do sistema, geralmente superior a 20 anos;
  5. É uma solução economicamente viável cujo valor dos painéis solares vem diminuindo progressivamente;
  6. Seus componentes têm se modernizado, tornando-se mais potentes e robustos para uso;
  7. Apresentam alta durabilidade e segurança para quem quer investir;
  8. É muito fácil de instalar;
  9. Não é um sistema barulhento ou incômodo;
  10. Exige pouca manutenção ao longo dos anos;
  11. A utilização da energia solar fotovoltaica é totalmente benéfica ao meio ambiente, não o agredindo de qualquer modo;
  12. Evita a emissão de gases poluentes para a atmosfera;
  13. Produção de energia limpa;
  14. Pode ser implantado em locais distantes através de sistemas isolados e autônomos, sem conexão com a rede convencional de abastecimento – os Sistemas Off-grid;
  15. Segurança em sistemas que não podem sofrer interrupção de energia – garante a ininterrupção do fornecimento de energia quando do uso de baterias que armazenam parte do que foi capturado, e de controlador de carga adequado;
  16. Permite que as residências que implantam um sistema solar fotovoltaico próprio se vejam livres ou parcialmente livres das contas mensais com energia elétrica;
  17. Os imóveis e as propriedades que investem na geração de energia renovável ficam instantaneamente mais valorizados no mercado imobiliário;
  18. Redução do custo e uso de combustíveis fosseis;
  19. O segmento de energia solar fotovoltaica emprega milhares de pessoas no Brasil.
  20. Garante conforto para todos que optam pela implantação do sistema, independente para qual utilização foi direcionado.

Sistema-Fotovoltaico---Como-funciona

Com que frequência devemos renovar a instalação elétrica no condomínio?

Você sabia que a instalação elétrica também envelhece? Pois é, essa estrutura é formada por componentes, que sofrem com a ação do tempo. Sofrem de diversas maneiras.

Quantas vezes por dia você costuma lembrar-se da importância da instalação elétrica em sua casa, condomínio ou empresa? Provavelmente sua resposta é: quase nunca, apesar de ela estar presente em muitas das atividades rotineiras que fazemos. A eletricidade, e a maneira como ela nos chega, somente chama nossa atenção quando justamente ocorre a falta de energia ou algum acidente. Na verdade, sabemos que a energia elétrica é importante, mas para que esta energia nos atenda plenamente e com segurança, teríamos que dar atenção também às suas instalações, garantindo que essas estejam constantemente em perfeitas condições.

Outra pergunta: Você sabia que a instalação elétrica também envelhece? Pois é, essa estrutura é formada por componentes, que sofrem com a ação do tempo. Sofrem de diversas maneiras.

Primeiramente, porque estes componentes estão sujeitos às condições do clima (sol, calor, frio, , umidade), à sujeira etc. Depois, porque ao serem utilizados, sofrem com as manobras, como é o caso de interruptores e tomadas, ou com as sobrecargas, como é o caso dos condutores. Por último, mas não menos importante, eles se tornam obsoletos pela mudança dos conceitos de proteção, com a inclusão ou atualização de dispositivos que garantem maior segurança aos usuários.

Vamos tomar como base o seu computador. Imagine se você estivesse na era do computador de 8 bit, com tela verde e disquete de 8”. Provavelmente, muitos de vocês nem vão lembrar ou nem conheceram esta tecnologia, mas foi o início dos computadores pessoais. Para seu conforto, você foi atualizando seu computador, não é mesmo? E seu carro. Imagine se você ainda tivesse aquele fusca, sem ar condicionado, sem vidro elétrico e, principalmente, sem manutenção? Pois é, a instalação elétrica é assim também, deve ser revisada e/ou atualizada, se necessário, de tempos em tempos.

Mas a pergunta é: com que frequência devemos realizar uma revisão da instalação elétrica? As normas não definem o tempo, e tampouco existem regras específicas que regem esta frequência, porém o mercado assumiu, com base em estudos de durabilidade média dos componentes de uma instalação elétrica e o surgimento de novas tecnologias, que o período sugerido é de cinco (5) anos. Ou seja, é importante que uma instalação elétrica seja revisada pelo menos dentro deste período.

Esta revisão requer alguns critérios que estão listados abaixo:

– Faça uma revisão da instalação elétrica a cada cinco (5) anos, pelo menos;

– Contrate um profissional habilitado para esta revisão;

– Se houver necessidade de uma reforma, contrate um projeto elétrico elaborado por um profissional legalmente habilitado (engenheiro eletricista ou técnico em eletrotécnica);

– Para a reforma da instalação, contrate profissionais eletricistas e que estejam atualizados com as normas e tecnologias;

– Só use componentes de qualidade e se for o caso, certificados pelo INMETRO;

– Utilizes normas técnicas para a verificação da instalação e também para a revisão / reforma.

Lembre-se: Instalação elétrica revisada e dentro de normas garante segurança para os usuários e também participa da economia de energia, portanto, mãos à obra.

Edson Martinho, Engenheiro Eletricista, presidente da ABRAEL (Associação Brasileira de Eletricistas) e diretor-executivo da Abracopel (Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade). Escreveu e publicou o livro “Distúrbios da Energia Elétrica”.

Fonte: Forumdaconstrucao.com.br

Mais qualidade de vida no ambiente de trabalho

Fechando nosso ciclo de materiais referentes referentes a empreendimentos corporativos, citaremos aqui alguns benefícios da automação para empreendimentos corporativos, visando a melhoria da qualidade de vida no ambiente de trabalho.
Os sistemas de gerenciamento de iluminação de alta eficiência energética garantem a quantidade exata de luz quando e onde seja necessário. São confiáveis e fáceis de usar, provêem segurança, reduzem gastos, são sustentáveis e respeitam as normas técnicas e o meio ambiente.
Hoje em dia, as pequenas empresas comerciais estão cada vez mais interessadas em se beneficiar da gestão inteligente da iluminação. Além da redução dos custos com energia elétrica, a instalação de um Sistema de Gerenciamento da Iluminação, permite que você ofereça uma série de outros benefícios aos seus clientes de iluminação comercial, incluindo aumento da produtividade, segurança aprimorada e integração com outros equipamentos de escritório ou Sistemas de Controle Prediais (BMS).
A Legrand oferece dois tipos de soluções e serviços associados para garantir que seu projeto de gerenciamento de iluminação economize no consumo de energia e respeite o meio ambiente.
Este tipo de solução é eficiente no auxílio da saúde dos profissionais que trabalham em ambientes fechados, pois a iluminação se adapta às necessidades de cada ambiente, podendo ser ajustado até mesmo em uma sala, com diversas lâmpadas, regulando tanto a intensidade de iluminação, quanto qual lâmpada irá funcionar e tudo pode ser feito por um simples controle remoto.

CONHEÇA MAIS DAS APLICAÇÕES NO GUIA ABAIXO (em inglês):
GUIA DE APLICAÇÕES

CONHEÇA OS PRODUTOS QUE GERENCIAM A ILUMINAÇÃO E ACESSOS (em inglês):
ACESS CONTROL & CCTV

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Otimização da organização do cabeamento

O cabeamento estruturado é a técnica  que compreende a disposição padronizada de conectores, cabos de fibra óptica e outros meios de transmissão para redes, sejam de telefonia ou informática, dentro de uma infraestrutura tecnológica. Esta disposição deverá servir ao tipo de layout e às aplicações necessárias da empresa em redes de servidores, estações de trabalho, telefonia, internet e impressoras.

Os cabos de rede que servem a estas aplicações devem ser organizados para obter melhor conectividade, transmissão de dados e flexibilidade de reestruturação. É o sistema de conexão da empresa, ligando servidores, telefones, computadores, impressoras, estações de trabalho, hubs, roteadores, etc.

A necessidade de melhor organização surgiu nos anos 80, quando as empresas que trabalhavam com redes de dados (como a IBM) criaram seus próprios sistemas para organização de cabos de rede. Mas, é na década de 90 que este tipo de projeto ganha mais importância e progride devido ao uso do cabo de par trançado. Nesta mesma época, as normas EIA/TIA e ISO vêm padronizar as implantações e procedimentos. Os avanços tecnológicos aceleraram e, com isto, a demanda das empresas pela organização das redes e conexões aumentou exponencialmente.
Fortaleceu-se assim, o conceito de Sistema de Cabeamento Estruturado, que veio como uma resposta a todo este avanço e necessidades. O objetivo é padronizar os cabeamentos em edifícios, sejam comerciais ou residenciais, e para todos os tipos de aplicações (desde complexas estações de microcomputadores, passando por relógios de ponto a um simples telefone).

Benefícios de uma boa organização

São muitas as vantagens em ter um sistema de cabeamento estruturado nas empresas. Na verdade, com tanto desenvolvimento tecnológico e demanda, trata-se de uma necessidade básica em TI na maioria das organizações.

1) Redução de custos: Ter um sistema de cabeamento estruturado evita falhas nos cabos, nas conexões, retrabalho e horas de manutenção desnecessárias. Este sistema também possui um longo ciclo de vida (em torno de 15 anos). Sendo assim, o investimento nesta estrutura é mais do que vantajoso também financeiramente.

2) Garantia de segurança da rede: Um planejamento de disposição dos cabos de rede e telefonia trará uma maior confiabilidade para as transmissões, reduzindo drasticamente o risco de congestionamento e outros problemas.

3) Necessidade de mudanças: Organizações passam por mudanças a todo momento. Um planejamento adequado antes de dispor estes cabos e estruturar os ambientes evitará muita perda de tempo e riscos de congestionamentos na rede ao realizar mudanças no layout dos ambientes, troca de máquinas ou reformas. Além disso, um sistema de cabeamento estruturado traz a capacidade de adequar os pontos a um crescimento populacional (um aumento de funcionários, por exemplo).

4) Vantagem competitiva no que diz respeito à tecnologia da informação: As empresas que garantem a fluidez de suas informações, neste sentido, estão mais fortes competitivamente. Uma rede corporativa ágil e moderna deve suportar a transmissão de muitos dados e aplicações como multimídias, voz e vídeos.

Cuidados ao se implantar o cabeamento estruturado

Um projeto de cabeamento estruturado deve ser um investimento cuidadosamente planejado. Trata-se de uma implementação complexa, que, para que a empresa não perca o investimento ou tenha necessidade de melhorias constantes, deve ser feita por prestadores de serviço competentes nesta área, com materiais de qualidade superior e profissionais especialistas.

A realização deste serviço deve compreender:
– A busca de soluções para os problemas atuais da empresa e possíveis demandas futuras;
– A disposição do cabeamento para o máximo nível de gerenciamento das estruturas;
– A flexibilidade na topologia física para facilitar mudanças e novas instalações;
– Verificação minuciosa de posicionamento, curvatura, comprimento e conectorização.

Entrando um pouco nas questões técnicas, a escolha errada dos cabos e a má implementação de um sistema de cabeamento estruturado podem levar a problemas sérios para a rede. Exemplos:
Attenuation: perda de força de sinal através do cabo. Está relacionada à resistência do material de fabricação do cabeamento e à incidência de alta temperatura. Para que isto não ocorra, a instalação deve obedecer à atenuação máxima prevista;
Next (Near – end crosstalk): sinal passando de um cabo para outro por causa da frequência eletromagnética. Ocorre de o sinal ser mais forte no início do cabo e perder força ao longo do comprimento. Este problema é o que ocorre geralmente quando fazemos uma ligação e as vozes ficam com volume baixo, por exemplo.

Tomando os devidos cuidados, a empresa ganhará enormes vantagens e obterá o retorno do investimento com a flexibilidade e capacidade de gerenciamento de sua infraestrutura tecnológica.

Lembremo-nos também das normas que regem os sistemas de cabeamento estruturado. Estas normas existem para padronizar as medidas de atenuação de sinal e materiais a serem utilizados na estrutura. Os cabeamentos brasileiros de alta qualidade devem estar sob o regimento da norma internacional EIA/TIA-568-B (norma ANSI/TIA/EIA-568-B[1] e a norma brasileira equivalente: NBR 14.565.

Estas normas requerem que o sistema de cabeamento estruturado possua os seguintes subsistemas:
– Entrada: trata-se da entrada do edifício (entrance facilities), que permite a ligação da rede local com as redes externas;
– Sala de Equipamentos (equipment room) ou o chamado CPD;
– Rede Primária ou Cabeamento Vertical (backbone cabling): o sistema de cabos que interligam os susbsistemas;
– Sala ou armário de Telecomunicações (telecommunications room): onde ficam os hubs, concentrators e bridges;
– Rede Secundária ou Cabeamento Horizontal (horizontal cabling): cabos que ligam o armário de Telecomunicações e os micros;
– Área de Trabalho (Work Area).

 

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