O smart building é uma tendência que tem ganhado cada vez mais espaço no mundo, mas também gerado muitas dúvidas com relação ao seu processo.

Pois, trata-se de um processo que envolve uma série de novas tecnologias como IOT, BIM, que estão cada vez mais relacionadas, e que são importantes.
E se você também não sabe exatamente qual é o conceito de smart building, e como as tecnologias estão relacionadas. Não se preocupe, pois será sobre isso que falaremos nesse artigo.
Para facilitar a sua leitura esse artigo foi dividido em alguns tópicos!
- O que exatamente é o IOT?
- Mas o que exatamente é a metodologia BIM?
- O que é o smart buildings – E como essas metodologias estão relacionadas
O que exatamente é o IOT?
A abreviatura IOT origina do termo em inglês, Internet of things, ou internet das coisas, em português.
E começou em 1999 após Kevin Ashton, pesquisador do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nomear um arquivo do Power Point que apresentaria à executivos da Procter & Gamble, onde, na época, trabalhava como Gerente de Marcas.
Porém depois de muito tempo, aproximadamente quase duas décadas depois da origem do termo, o conceito ainda continua muito complexo.
O termo possui algumas novas definições utilizadas na internet e que ainda continuam difíceis de serem compreendidas por completo.
No próprio Google podemos perceber que ainda não há completo consenso sobre o que é, de fato, IoT.
Mas basicamente o IoT nada mais é que, uma rede de “coisas” interligadas.
E esse conceito permite o monitoramento e ação sobre dispositivos em qualquer lugar que possam estar independentes da distância que estejam.
A definição de “coisas” pode ser definida, por exemplo, por lâmpadas, smart TVs, smartphones, câmeras de monitoramento, máquinas de lavar, semáforos, caminhões, carros, etc.
Isso porque todos possuem sensores que emitem e recebem dados, e que é possível devido a conectividade de rede e eletrônica embarcada nesses dispositivos tornando-os responsivos.
E dessa forma reagem e agem conforme os eventos estão ocorrendo no tempo e também por um software que analisa esses dados aplicando regras que definem o que fazer, ou atribuindo a você a tomada de decisão sobre esses dados.
Ou seja, estamos vendo um salto na forma como as cidades são projetadas e construídas, por conta da tecnologia.
Por exemplo, se antes tínhamos plantas 2D difíceis de serem lidas e interpretadas até mesmo por profissionais experientes, hoje já é possível deixar um projeto acessível à população de forma que todo mundo possa entender as mudanças em determinada região e seus impactos no entorno.
E isso também se torna possível por conta da metodologia BIM.
Mas o que exatamente é a metodologia BIM?
BIM – Building Information Modeling) refere-se ao planejamento super detalhado de uma obra, que utiliza hardwares, softwares e pessoas treinadas para prever detalhes desde o cronograma até o volume de material para uma construção, seja ela uma residência ou um complexo de infraestrutura.
A metodologia BIM possibilita a criação de uma representação virtual do que será construído, chamada de Building Information Model.
E por meio desse modelo é possível representar precisamente a geometria da edificação, além de possuir informações relevantes que poderão ser utilizadas no auxílio à documentação, projeto, pré-fabricação e execução do empreendimento
E depois da construção, esse modelo pode ser utilizado para fins de operação e manutenção.
O BIM, no momento que for devidamente implementado, pode trazer muitos benefícios como: ganhos na produtividade do canteiro, inovação do processo com a utilização de aplicativos de design digital, melhor visualização através de um cronograma mais bem planejado, entre outros.
Também a metodologia BIM pode ser usada ao final da construção como forma de auxiliar o gestor do empreendimento no gerenciamento de ativos, planejamento de espaços e manutenções preventivas.
Mas o que exatamente é o conceito smart buildings – E porque as outras metodologias também estão relacionadas
O conceito smart buildings teve origem nos Estados Unidos, a partir dos anos 80.
E basicamente é uma edificação que possui um sistema com diversos sensores conectados que possam coletar informações sobre toda a edificação.
E esses sensores coletam todos os tipos de informação, desde uso de energia, utilização de espaços e produtividade de ocupação.
No entanto não são os sensores que tornam os prédios inteligentes e sim o processamento das informações geradas e os aprendizados que poderão ser aplicados na otimização do uso da edificação.
E esta informação passa a ser usada para automatizar vários processos, desde aquecimento e ventilação até ar condicionado e segurança.
Sabemos que as despesas gerais de construção devem ser consideradas para qualquer proprietário / usuário do edifício.
Porém, embora estas despesas sejam necessárias, os gastos na maioria das vezes costumam ser um desperdício porque não é aplicado de forma inteligente.
Por exemplo, as luzes podem estar acesas em salas não utilizadas ou espaços aquecidos quando não há pessoas ao redor.
E a principal motivação por trás do smart building é evitar esse tipo de desperdício de energia e recursos, tanto para cortar gastos quanto para melhorar a eficiência energética.
E por isso grandes empresas estão cada vez mais mostrando interesse por essas tecnologias que estão cada vez mais relacionadas.
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